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Mensagem do dia

19 julho 2016

COMPANHEIROS DE JORNADA

Aos meus companheiros de jornada... Que seja 18 de abril ou 20 de julho o dia do amigo, quero agradecer á todos que estão aqui comigo  fazendo  parte da minha vida.
O Dia do Amigo é celebrado no Brasil oficialmente em 20 de julho, como também o dia Internacional da Amizade.
No entanto, os brasileiros também costumam celebrar o dia 18 de abril como Dia do Amigo, em caráter não-oficial.

             Fernando pessoa disse assim:
Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.
Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.

Não quero amigos adultos, nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa.

Tenho amigos para saber quem eu sou, pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.
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11 julho 2016

Somos diferentes...somos os escolhidos.

Vivemos em uma ilha...
                   Mas não somos uma.
Não somos uma península...
                   Mas vivemos em uma.
Vivemos em grupo...
                   Mas somos apenas um.
Somos diferentes....
                   Somos os escolhidos.

Pode parecer estranho pensar que ao longo dos anos a dinâmica da vida nos leva a caminhos que nos afasta de coisas de valor sentimental... como também de pessoas, principalmente aquelas que são construtoras de agrupamentos.... quer familiar...quer social...ou mesmo formal...informal.
Pertencer a um grupo é pensar que exista uma referencia positiva com sentimento de pertencimento o qual determine comportamentos em relação a outros participantes...

É Cria vínculos....Favorecendo assim um bom combate diante dos infortúnios.
É onde existam relações estáveis... Com o mesmo objetivo & interesse... e seja lá por que for... por escolha própria ou mesma pela adversidade imposta pela vida, acabamos fazendo parte de variados grupos ou mesmo de nenhum.

Daí, basicamente é criado um com características distintas e exclusivas.

Podemos pensar que fazer parte de um grupo pequeno, ”os primários’ costumo assim chamar o meu, gera instabilidade com sentimentos mútuos de afinidade....melhor relação entre pessoas por semelhança e com identificação de pertencimento a um mesmo grupo de contato continuo.

São as condições suficientes para pensar mesmo que estranhamente, se somos ou fomos transformados no dia a dia em uma ilha, independente de escolha....vontade própria...ou imposição pelos desígnios de deus.
Certamente que para nos mostrar o quanto somos diferentes, temos que pensar que tudo é relevante, pois na verdade, somos apenas os seus escolhidos.

06 julho 2016

ANALISANDO SENTIMENTOS

Segundo a psicóloga Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.
Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga Americana Louise L. Hay.

Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.
Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las: 

                  DOENÇAS/CAUSAS:

AMIDALITE:  Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA:  Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE:  Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE:  Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE:  Crítica conservada por longo tempo.
ASMA:  Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE:  Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER:  Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL:  Medo de aceitar a alegria.
DERRAME:  Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES:  Tristeza profunda.
DIARRÉIA:   Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA:  Autocrítica, falta de auto-valorização.
DOR NOS JOELHOS:  medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que procuram se apoiar nos outros.

ENXAQUECA:  Raiva reprimida..
              Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS:  Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ:  Medo. Negação do prazer.
GASTRITE:  Incerteza profunda.
           Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS:  Medo de prazos determinados.
                Raiva do passado.
HEPATITE:  Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
LABIRINTITE:  Medo de não estar no controle.
MENINGITE:  Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS:  Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE :  Individualidade ameaçada.
        Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA:  Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA:  Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA:  Falta de amor quando criança.
                  Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE:  Preso ao passado.
                     Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES:  Medo de absorver a vida.
QUISTOS:  Alimentar mágoa.
            Falsa evolução.
RESFRIADOS:  Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO:  Sentir-se vitima..
               Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA:  Congestão emocional.
                  Culpa,  crença em perseguição.
RINS:  medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE:  Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE:  Humilhação.
TUMORES:  Alimentar mágoas..
           Acumular remorsos.
ÚLCERAS:  Medo.. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES:   Desencorajamento.  
          Sentir-se sobrecarregado.

                    Curioso não?

Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos. .. Principalmente daqueles, que escondemos de nós mesmos.

Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma'.
 photo assinatura_7_zpsff26786e.gifRemédios indicados: Autoestima, Perdão, Amor.

01 julho 2016

A MINHA GERAÇÃO

Se estivermos atentos, podemos notar que está aparecendo uma nova franja social: a das pessoas que andam a volta dos sessenta anos de idade, OS SEXALESCENTES: é a geração que rejeita a palavra “sexagenária”, porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.

Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica - parecida com a que, em meados do século XX, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como se vestir.

Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta, teve uma vida razoavelmente satisfatória. 
São homens e mulheres independentes que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram durante décadas ao conceito de trabalho. 
Que procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.

Talvez seja por isso que se sentem realizados... Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram, gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou da solidão, crescem por dentro, quer num, quer na outra.
Desfrutam a situação, porque, depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem bem olhar para o mar, sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5º andar.

Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.

Esta mulher SEXALESCENTE sobreviveu à bebedeira de poder que lhe deu o feminismo dos anos 60. Naqueles momentos da sua juventude, em que eram tantas as mudanças, parou e refletiu sobre o que, na realidade, queria. Algumas optaram por viver sozinhas, outras fizeram carreiras que sempre tinham sido exclusivamente para homens, outras escolheram ter filhos, outras não, foram jornalistas, atletas, juízas, médicas, diplomatas. Mas cada fez o que quis: reconheçamos que não foi fácil, e, no entanto, continuam a fazê-lo todos os dias.

Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.
Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos "sessenta", homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe (e veem), e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos - mandam e-mails com suas notícias, ideias e vivências.

De uma maneira geral, estão satisfeitos com o seu estado civil e, quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, OS SEXALESCENTES conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte para outra.

Os maiores partilham a devoção pela juventude e as suas formas superlativas, quase insolentes de beleza; mas não se sentem em retirada.
Competem de outra forma, cultivam o seu próprio estilo.
Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um Armani, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo.
Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.

Hoje, as pessoas na década dos sessenta estreiam uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos, e agora já não o são. Hoje têm boa saúde, física e mental, recordam a juventude, mas sem nostalgias, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios...
Talvez por alguma secreta razão, que só sabem e saberão os que chegam aos 60 no século XXI.
  Autoria desconhecida
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