Mensagem do dia

14 junho 2020

Tempos nos idos e vindos...


Geralmente eu vivo rascunhando um pouco de tudo que  pinta nos meus pensamentos, como uma maneira de deixar registrado, ou melhor, armazenado para um depois... 

Quem sabe?

Interessante é que está me faz pensar... que momento é esse que nós estamos vivendo?

O tempo parou?

Não a conversa é que é a mesma.

 

   Esse é um dos registros datados de 29 de julho.       

      Ano? Não me recordo. Desculpa. .

                          

Uma manchete no jornal me chamou atenção, sob título manifestação: 

Defendida por uns, repudiada por outros.

 

Após  leitura  minuciosa, pude observar que se tratava de um artigo sobre a:

   “marcha da família com deus e pela liberdade “

 

Devo confessar que sem muito conhecimento sobre esse  movimento que já ocorreu a cinquenta anos, quando do golpe militar de 1964, prosseguindo nas minhas  “investigações” achei  o assunto fascinante, pois, aconteceu em uma época em que minha capacidade de entender e questionar limitava-se a uma cabeça de adolescente rebelde sem causa,

 (nem tanto).

 

Agora me encontro procurando entender  tudo que despertou o meu lado curioso para saber o porquê de  como o estado brasileiro viveu um período tão marcante na sua história, envolvendo toda a opinião pública,  independente do status social, interferindo no comportamento ético e moral de uma nação, gerando grandes conflitos, promovendo a propagação no país da crise econômica e a instabilidade politica.

 

A sociedade brasileira sentindo-se ameaçada por uma possível  ação comunista,  manifestou o seu repúdio em passeatas  contra o regime pré- estabelecido pelo então presidente em curso, promovendo assim uma série de manifestações públicas a fim de mostrar o quanto temiam um represália política, uma alteração social que ameaçava  seu poder econômico  abrindo caminho para  o golpe de 64.

 

Ainda hoje circula pelos ares brasileiro que existe uma nova ameaça  comunista .

Será?  Toc... Toc... Toc... Batidinhas na madeira para quebrar toda a maldição desses pensamentos e vontades ameaçadores de alguns que apoiam uma intervenção das forças  armadas no país.

 

E tantas marchas foram e são tantas as marchas,  que mais uma, tanto faz ou mesmo tanto fez, que em 1964 uma foi o divisor de águas e essa ré- edição agora em 2014, após cinquenta anos também faz o  diferencial chamando á atenção do que está acontecendo  por trás das cortinas , os ti...ti...tis... nos bastidores do grande teatro brasileiro.

 

Agradando a uns, sendo mal vista por outros, a verdade é que um novo golpe militar nos dias de hoje seria levar o povo brasileiro ao abismo social, ético e moral., afinal, diante de todos e quaisquer procedimentos,  ações, tem que ser entendidos  de acordo com a sua época e com seus ideais.

 

Acredito que  até pensar nisso hoje, pode fazer parte dos sem propósitos e dos sem noção.

Isso não significa que estamos todos “cegos” sobre a situação  que atravessa a nossa pátria amada, brasil.

 

A primeira marcha da família com deus e pela liberdade  resultou da união do social, do religioso, do empresariado, e partidos conservadores garantindo assim seus bens adquiridos  mesmo que isso tenha custado anos de dureza e fala dura, autoritarismo implantado pelo  militares ficando assim no poder  precisamente 21 anos.

Período da ditadura.

Nem pensar....

 

Será que eu consegui expressar-me um pouco sobre esse assunto tão vasto e intrigante?  

E entendi o que deixo aqui registrado?

A porta está aberta.

 Entre e divida comigo sua opinião.

 




 


09 junho 2020

Covid -19 O intervalo 1

                         

Então... entre o começo e o fim, existe o intervalo.

Esse é o pior momento em que atravessamos e onde a realidade por trás de tudo que está acontecendo é perversa, sofredora e assustadora.

         Com a abertura do cofre pelo governo federal,  estados e municípios meteram as mãos no dimdim, com o proposito de cuidar do povo, (agora,? depois do mau ser instalado e avisado),


o mesmo povo que foi largado nas avenidas e ruas das suas respectivas cidades atrás dos trios elétricos e batucadas, servindo de vias de contaminação e proliferação já que o maldito vírus tinha tudo a seu favor.  Fazer o que, né? É carnaval.


                       Resultado: Pandemia X Mortes.

O bichinho é tão ruim... Mas tão ruim que não aceita  perder para outras patologias.

Os números são assustadores. Outros tipos de mau que leva a óbitos já não são mais falados apesar de ter seus índices ser tão relevantes como o maldito corona.  

Ele veio para mostrar o seu poder diante de outras doenças que mais matam no mundo.

A fome é uma delas.  O invasor nos colocou no mesmo patamar diante da morte e de joelhos.

 Crescem a cada hora, os assassinatos, os feminicidios, 12 mulheres morrem a cada dia no Brasil, os estupros, os roubos e a marginalidade em geral, e eles são tratados de uma maneira diferenciada. Afinal nada é novo, senão o corona vírus.

Pouco se sabe ....muito se fala.

E com isso é estabelecido o medo, o pânico, o terror por conta do excesso de informação, muitas desencontradas e sem veracidade.

Só sei que os mandantes dessa pátria amada sabem, e que na verdade nada sabem, mas fingem que sabem, até como proceder nessa pandemia que nos condenou á prisão domiciliar.  Só falta nos obrigar a usar tornozeleira eletrônica.  Pois é... E não duvide.

Sabias palavras do meu amigo Sergio Augusto Oliveira.     Amei o que ele disse....

27 maio 2020

A terceira guerra mundial



     A terceira guerra mundial chegou e não nos demos conta.
Eu nasci poucos anos depois do fim da última grande guerra, e desde pequena ouço falar que a Terceira Guerra Mundial provavelmente iria dizimar grande parte da raça humana.

Acho que chegamos nela e nem nos demos conta disso. A diferença é que eu, na minha inocência, acreditava que seria uma briga de algum país rico, contra outro país rico, em busca de alguma riqueza maior ainda.

Que esses países inventariam bombas terríveis e com toda força bélica iriam demonstrar quem era o mais forte… Errei… Errei feio… Descobri que o país mais forte na terceira guerra mundial, não é o que tem mais armas de fogo.

Não é o que investiu em força bélica, ou armamento nuclear. O país que vai ganhar a guerra é aquele que soube investir na ciência, na saúde e em sua infraestrutura hospitalar, porque o inimigo não morre com um tiro, ele é invisível.

Mas, em uma coisa eu estava certa… Muitos vão morrer. Essa guerra está aí para inverter valores.

Veja: o petróleo, sem consumo, não vale nada, não é mais ouro negro como sempre disseram… O ouro hoje é em gel, e transparente… E só serve para desinfetar.

Shoppings fechados, lojas desertas. Pra que comprar, se ninguém vai ver a bota nova comprada na loja cara logo no lançamento da Coleção outono-inverno?

Carros caros que não saem das garagens.
Viagens desmarcadas.
A Disney perdeu o encanto e o Donald, dessa vez o Trump, pede para que os americanos fiquem em casa.  Em todas as línguas a palavra mais falada é essa mesmo “casa”… Que ganha um novo significado, além de morada vira “abrigo”.
A muralha da China não impediu que o vírus se espalhasse.  Deixamos todo o trabalho em cima das mesas e de um dia para o outro, tudo parou…

Tenho a sensação de que não me despedi de ninguém…
Fico imaginando que eu não posso perder ninguém, nem ir embora desse mundo sem me despedir.
Será que abracei o suficiente?
Será que disse a todos o quanto eu os amo.

                            Não sei…
Essa Guerra me deixou sem chão, verdades tão óbvias apareceram e quebraram paradigmas. Precisou que o mundo parasse e o vírus ameaçasse nossa sobrevivência para que os pais percebessem que educação se faz em casa.
E que escolas são centros de socialização.

Que ensinar não é fácil e que professores são muito mais heróis do que aqueles que o cinema mostra.

Que os mitos estão nos hospitais, de máscaras e sem condições de trabalho e não no Planalto, no congresso, onde a idiotização das pessoas toma forma humana e sem escrúpulos.

Se você aprendeu com a sabedoria dos mais velhos, sorte a sua, o mundo depois desse tsunami será mais jovem, com menos rugas e menos sábio…
Ou talvez a sabedoria apareça nesse tempo, desde que ele sirva para entendermos que viagens foram canceladas porque a grande viagem que deve ser feita é pra dentro de nós mesmos.

Para que você entenda que o importante não são os custos, mas os valores.
Que essa guerra sirva pra que você reveja seus conceitos entenda que rico é o trabalhador, sem ele não existe riqueza.
Que sem o homem (?)... a natureza é mais feliz e o céu mais azul.
Que amigos usam a tecnologia pra se fazer perto e que não existe distância para aqueles que se amam.
Que vencer uma guerra no sofá é uma benção e está em suas mãos.

Sua casa é sua trincheira e na terceira guerra mundial a granada mais perigosa é água e sabão. E quando passar olhe pra essa quarentena e veja que ela foi apenas o tempo de incubação, que você precisou para renascer.
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Autoria desconhecida por mim.
 Se você sabe o autor, por favor, vamos colocar os créditos.
Coloquei uma interrogação depois da palavra HOMEM, para chamar atenção que na minha interpretação, a frase se refere a AÇÃO  DO HOMEM.
Realmente é uma verdade absoluta.

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