Assim sou eu...

“Quão diferente eu sou, mesmo inserida em um contexto de realidades distintas e interpessoal, bastando observar de cima do meu pedestal, o quanto se faz necessário manter posição para não se perder ou deixar igualar-se diante da pequenez de pensamentos e ações mesquinhas.”

Nem melhor, nem pior, apenas diferente.

Eliene de Castro

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Mensagem do dia

21 outubro 2018

Carpe Diem


Você conhece a expressão Carpe diem? 
O termo foi escrito pelo poeta latino Horácio (65 a.C.-8 a.C.).
Quis dizer ele “colha o dia de hoje, o tempo presente, usufruindo 
os momentos intensamente, sem confiar minimamente
 no que o futuro reserva”.
O futuro é a morte. A única certeza que todo o ser vivente tem sabendo que é breve o espaço do tempo até o dia depois de hoje 
e que deve ser aproveitado antes que seja tarde.

De que chamamos o dia depois do hoje?  De amanha?
Existe um amanhã? Ou é um dia após de hoje?
O certo é que a cada manhã acordamos com um novo desafio.
Hoje... Sempre hoje, o de nos manter vivos.
Dizer que ninguém esperava o que de ruim acontece 
é cruel e desumano.
E quem vai aguardar ansiosamente o inesperado?
O que de fato maltrata e fere?

Certeza é que em uma fração de segundo, o controlador de 
destinos implacavelmente te consome, muda, transforma, 
mata e nos faz querer segurar o tempo que nos escapa por 
entre os dedos da agonia.

Conte o tempo sempre como hoje e refira ao outro dia 
como depois de hoje.
Este tema é muito popular no âmbito da literatura, e vários 
autores, mesmo sem usar a expressão, defenderam o 
carpe diem ao longo das suas obras e vão te 
inspirar a querer aproveitar melhor o teu dia!

Vamos ver e colocar em prática. 
Viver mais... Reclamar menos.
A vida é breve, por isso agora é hora de parar de reclamar
 e aproveitar o que a vida te dá de bom dia após dia.

Vamos lá? Carpe diem!
“...colha o dia de hoje e confie o mínimo possível no amanhã”.

19 outubro 2018

Assim foi sua despedida...


 Recomendo à vocês a sua leitura porque é verdadeiramente comovedor este curto texto escrito por um dos Latino-americanos mais brilhantes dos últimos tempos.
          
        “Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marionete de pano e me presenteasse um pedaço de vida, aproveitaria esse tempo o máximo que pudesse.
           
          Possivelmente não diria tudo o que penso, mas definitivamente pensaria em tudo o que digo.
       Daria valor às coisas, não por aquilo que valem senão pelo que significam.
       
         Dormiria pouco, sonharia mais, entendo que por cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz. Andaria quando os demais se detivessem, despertaria quando os demais dormissem.
           
          Se Deus me obsequiasse um pedaço de vida, me vestiria de maneira simples, me deitaria de bruços ao sol, deixando descoberto, não somente meu corpo, senão minha alma.
           
          Aos homens eu provaria o quanto equivocados estão ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saber que envelhecem quando deixam de se apaixonar!
           
             A uma criança lhe daria asas, mas deixaria que ela aprendesse a voar sozinha.
      Aos velhos lhes ensinaria que a morte não chega com a velhice, senão com o esquecimento.
     
         Tantas coisas eu aprendi de vocês, os homens...
Eu aprendi que todo o mundo quer viver em cima da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a escarpada.
          
            Eu aprendi que quando um recém nascido aperta com seu pequeno punho, pela primeira vez, o dedo de seu pai, o têm preso para sempre.
         
             Eu aprendi que um homem só tem direito de olhar a outro de cima para baixo, quando vai ajuda-lo a levantar-se.
           
           São tantas coisas as que eu pude aprender de vocês, mas realmente não haverão de servir muito, porque quando me guardarem dentro dessa maleta, infelizmente eu estarei morrendo.
            
             Sempre diga o que sentes e faz o que pensas.
      
          Se soubesse que hoje fosse a última vez que vou te ver dormir, te abraçaria fortemente e rezaria ao Senhor para poder ser o guardião de tua alma.
           
          Se soubesse que estes são os últimos minutos que te vejo diria “te quero” e não assumiria, estupidamente, que você̂ já sabe.
          
       Sempre há um amanhã e a vida nos dá outra oportunidade para fazer as coisas bem, mas se por acaso me equivoco e hoje é tudo o que nos resta, eu gostaria de te dizer o quanto te quero, que nunca te esquecerei.
                
     O amanhã não está assegurado a ninguém, jovem ou velho. Hoje pode ser a última vez que vejas aos que amas. Por isso não esperes mais, faça hoje, já que se o amanhã nunca chegar, seguramente lamentarás o dia em que não tomastes tempo para um sorriso, um abraço, um beijo e que estivestes muito ocupado para conceder-lhes um último desejo.
                     
        Mantém aos que amas perto de ti, diga-lhes ao ouvido o muito que precisas deles, queiram-nos e trata-os bem, tome tempo para dizer-lhes “sinto muito”, “perdoa-me” ,”por favor,”, “obrigado” e todas as palavras de amor que conheces.
                         
           Ninguém te recordará pelos teus pensamentos secretos. Pede ao Senhor a força e a sabedoria para expressa-los. “Demonstra a teus amigos e seres queridos o quanto te importam.”
               Gabriel García Márquez

         ENVIA ISTO A QUEM VOCÊ QUISER
Se não o fizer hoje, amanhã será́ igual que ontem.
E se não o fizer nunca tampouco importa.
O momento é este.
Saudações com muito carinho!!!

18 outubro 2018

Vamos misturar Política com História

Você sabia que há quase 200 anos, o Nordeste entrou em guerra para se separar do Brasil?
Pois é....Quando se fala nesse assunto, que só ganha notoriedade depois do período eleitoral,  por conta de reconhecer que o povo nordestino tem poder de decisão, a fala e o desejo de separação que parte dos sulistas e sudesistas, vem tornar público parte da história, que muitas pessoas desconhece, no sentido de fazer ver que o nordeste foi quem primeiro  pensou, brigou, lutou, e derramou sangue para que isso acontecesse.

O contexto pós-eleitoral era semelhante ao de agora em relação aos nordestinos.
As discrepâncias entre regiões no resultado da eleição provocaram onda de ofensas a nordestinos, das piadas de mau gosto ao preconceito sem máscaras. Como canal desse sentimento, gravuras do Brasil sem o Nordeste se espalharam nas redes sociais. O que hoje é brincadeira para propagar hostilidade e discriminação já foi parte de um projeto político para a região.

Ao longo de mais de 200 anos, houve possibilidade real de construir um território à parte em estados que hoje compõem essa parte do País. (A região nordeste) Correu muito sangue para evitar que isso acontecesse.
A última delas deixou marcas inclusive no Centro de Fortaleza.

Do que hoje chamamos Nordeste - no que eram conhecidas na época como "províncias do norte" - vieram uma das primeiras ameaças à unidade do País que ainda lutava para se consolidar como independente.

No fim de 1823, dom Pedro I dissolveu a primeira Constituinte do Brasil e outorgou uma constituição centralizadora, que tirava poderes das províncias. (incluindo o nordeste) Por conta disso a revolta se espalhou pelo País, com ênfase em Pernambuco, onde havia ecos da revolução de 1817.
Em 1824, eclodiu a Confederação do Equador, movimento separatista, antiabsolutista, cujo objetivo era criar uma república nas proximidades da linha do equador.

O Ceará nessa época era área de influência política pernambucana.
As duas províncias haviam sido vinculadas até 1799.
Desde os primórdios da colonização, o território pernambucano era importante polo da economia brasileira.
Já a importância cearense era desde sempre periférica. Mesmo assim, o Ceará foi o principal aliado dos movimentos rebeldes que eclodiram no estado vizinho no começo do século XIX.

Além de Ceará e Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte aderiram à Confederação. Houve apoio também em Campo Maior e Parnaíba, no Piauí.
Os líderes da Confederação esperavam adesão de Alagoas - que até poucos anos antes era parte da província de Pernambuco - e Sergipe, que acabara de se emancipar da Bahia. Em Sergipe, o presidente da província, Manuel Fernandes da Silveira, acabaria deposto acusado de colaborar com os revoltosos.

A região que, por volta de meados do século XX, passou a ser chamada de Nordeste foi o centro da economia durante a maior parte do período colonial. Perdeu o protagonismo com a descoberta de ouro em Minas Gerais. Mas manteve papel crucial na agricultura, não só com a cana-de-açúcar, mas também com o algodão e o couro.

O café ainda começava a ganhar espaço na década de 1820, preparando-se para a explosão dos anos seguintes. Aquele "Nordeste", portanto, tinha peso muito maior na economia nacional do que hoje. O processo de esvaziamento que aprofundaria contrastes regionais estava ainda no começo.
Durante a Confederação, a Câmara da vila de Campo Maior, atual Quixeramobim, chegou a declarar, em 8 de janeiro, destituído dom Pedro I e proclamar a República.

  Reação da Capital 
 A reação ao projeto de dividir o Brasil foi furiosa. Foi contratado o mercenário inglês Thomas Cochrane, lorde do império britânico, herói das guerras napoleônicas, que servira a dom Pedro na repressão aos movimentos contra a independência. Em setembro de 1824, Recife se rendeu depois de um banho de sangue. O Ceará continuou a lutar. Vilas foram saqueadas e incendiadas. Cadáveres insepultos se amontoavam. A chegada de Cochrane a Fortaleza, em 1824, levou muitos revoltosos a se renderem.

No antigo Campo da pólvora, atual Passeio Público, foram executados os  Padre Mororó, Pessoa Anta, Feliciano Carapinima e outros líderes.
Por isso, o lugar é conhecido também como Praça dos Mártires. Houve ainda condenados ao degredo na Amazônia ou a trabalhos forçados em Fernando de Noronha. Foi o fim do sonho de uma republica equatorial no nordeste.

Saiba mais: 1 – Desde os primeiros anos de colonização, o atual Nordeste foi alvo de disputa, cobiça e guerra.
E Portugal esteve por um fio de perdê-lo. No começo do século XVll,  após serem expulsos do atual Sudeste, franceses tomaram o que é hoje São Luís(MA). Expulsos, fundaram a Guiana Francesa.

2 – Em 1624, os holandeses que tentaram tomar o Nordeste. Nas décadas de permanência, transformaram a história de Pernambuco e fortaleza.
Fonte: O POVO
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É  isso aí....Portanto meu povo  tenhamos RESPEITO, não por ser parte de um todo, mas  um todo por ser parte,.  Pela sua bravura, pela sua luta, pela sobrevivência, pela sua própria maneira de ser, pelos seus antepassados  e pelas suas crias renomadas que tanto nos alegram com suas músicas, preenchem nossos olhares com suas pinturas e engrandecem a nossa alma com seus contos, poesias e causos. 
Ah! as histórias de jorge amado...
O povo Nordeste agradeçe e eu também. 
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Ah! Deixe lá que se vocês acham bom a separação, imagine o povo nordestino que lutou tanto para isso, deu sangue e vidas,  e vocês nada fizeram ou fazem. . Só falam para denegrie a imagem, rotulando com adjetivos inconvenientes que foge da dura realidade do povo brasileiro. 

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