Mensagem do dia

06 agosto 2014

Pai, o verdadeiro amigo.


Nada é mais importante do que a presença do pai na formação familiar, possibilitando manter com os seus filhos uma profunda ligação de amizade e desta forma, 
ensinar e aprender a conviver desfrutando  
da companhia dos seres amados. 
Na figura paterna esta colocada as expectativas sociais, culturais e morais de como deve comportar-se  em relação à sua família e aos seus filhos,  sendo um provedor material,
de educação, saúde , bem estar...

Acredito que deva ter sido criado com a mesma ideia do dia das mães tendo como finalidade fortalecer os laços familiares, o respeito por aqueles que nos deram a vida, e também influenciar no aumento das vendas no comercio.
É uma questão de unir o útil ao agradável.

Independente da sua origem quer seja nos EUA, ou mesmo na Babilônia, conta-se que foi com a intenção de homenagear alguém,  que por merecimento fazia  jus  a tal comemoração.

Fala-se que em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho
como o Dia dos Pais, mas alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972.

No Brasil, a ideia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering, como também foi atribuído ao jornalista Roberto Marinho, (qual dos dois...? não sei.) e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.

Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.

Pois bem... o que realmente interessa é fazer ver a importância da figura masculina na formação da família.
Marcar presença, participar ativamente do dia a dia, acompanhar  o crescimento  das crianças,  contribuindo  para a formação do seu caráter, esperando ver no futuro homens e mulheres  no lado do bem, 
contando  suas próprias histórias tendo como  referencia a figura paterna.
Isso é que uma verdadeira homenagem.
Assim eu penso. 
Assim eu escrevo.
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01 agosto 2014

Israel # Palestina


 
Sensibilizada com os últimos acontecimentos entre israelenses  e palestinos, fui buscar entender sobre o que realmente acontece.

Os sistemas de comunicação do mundo inteiro noticiam os ataques  contínuos  e mútuos entre israelenses e palestinos como também a todos aqueles que tomam a iniciativa de promover a paz entre ambos sem sucesso.

Não vou citar nomes, pois na verdade é a causa que mais me interessa.
Confesso que o assunto é vasto, de difícil  entendimento para quem não tem conhecimento em história geral, como eu, e por isso é impossível um confronto de opinião, mas tem uma sede grande de saber o que acontece  por aqui e ali.

Os conflitos no momento tão falado têm origem milenar e carregam uma longa história de desavenças religiosas e de disputa de terras.
Com o aumento das perseguições aos judeus na Europa  por conta  do nazismo na Alemanha  a migração para a palestina cresceu o bastante para que os conflitos se agravassem  ao longo dos  anos.

O Holocausto  exterminou + ou – seis milhões de judeus e  com o fim da segunda guerra mundial a ONU aprovou em 1947 um plano de partilha do território palestino em dois estados,  cabendo ao povo judeu uma área de 57%,  e o restante das terras para posteriormente criar o estado palestino, o que desagradou os países árabes  pela  desigualdade da ocupação, pois já na tomada de posse em 1948, Israel ocupou 78%, e na guerra dos seis dias ocupou mais 20%.

Eis o motivo dos conflitos que até hoje  retira o direito de todo e qualquer  cidadão, independente de que lado que está, a um pedaço de terra, a preservar a vida de seus familiares,  a ter uma moradia digna , por não saber, querer, aprender, decidir, conviver, compartilhar  a terra e a paz.
A que ponto chegou o ser humano em pleno século vinte e um.

Assim foi criado o estado de Israel, e  desde a doação de uma parte da Palestina para os judeus pela ONU  não houve paz na região.

Palestina: Faixa de Gaza e Cisjordânia, é um agregado, e praticamente fica dentro de Israel.
Judeus: Israel e uma zona internacionalizada ao redor de Jerusalém.

Apesar de algumas tentativas de acordos e planos de paz, a situação atual ainda é de muito impasse, principalmente pelo fato de os palestinos, liderados pelo movimento radical islâmico Hamas, não reconhecerem o direito de existência de Israel, e essa guerra entre palestinos e judeus só terá um fim quando for criado um Estado palestino que ocupe, de forma equitativa com Israel, pois essa é uma das  suas reivindicações , mas as correntes políticas conservadoras de Israel não gostam da idéia porque consideram que todo esse território deveria pertencer ao país judeu.

É tudo uma questão de dividir o bolo no meio = em partes iguais.

Sei que é difícil pensar que olhar para o futuro  e deixar para trás uma história vivida pelos antepassados  com todos os seus sofrimentos , suas renuncias  em prol de uma  situação  que envolve religião,  uma disputa por terras que quando nasceram não trouxeram e quando partirem desse mundo,  nada vão levar, a não ser os lamentos e os ais dos que vão ficar  mutilados, órfãos, desabrigados,  a mercê da própria sorte.

Pois bem...há alguns meses , os palestinos e os israelenses estavam em comum acordo mais próximo da paz.
Seria criado na maior parte da Cisjordânia e na Faixa de Gaza um estado palestino, desmilitarizado, mas com a segurança inicialmente nas mãos de Israel onde  Jerusalém seria municipalizada, mas capital dos dois Estados.

Mal entendidos entre Israel e EUA. envolveram a libertação de prisioneiros palestinos , a não ligação com entidades internacionais até tudo ser resolvido definitivamente como governo, e a  autorização de  novas unidades residenciais em assentamentos que em um acordo final ficariam no lado de Israel.
Isso era um acerto.
O que deu errado?
Termos que não ficaram  esclarecidos fizeram com que o plano traçado fracassasse, por conta da autoridade palestina por fazer um governo apoiado no fatah  (Movimento de Libertação Nacional da Palestina) e do Hamas (movimento fundamentalista islâmico da palestina), sem a presença dos dois partidos, levando Israel a ver como uma provocação  do presidente palestino.
E o que aconteceu?
Os dois lados romperam.

E tudo recomeçou assim: com o seqüestro de 3  adolescentes  nas semanas seguinte em  uma área sob o controle civil e militar de Israel, a Cisjordânia.

E entre acusações e vinganças vemos no clarear dos céus bombas e foguetes dilacerando vidas humanas, principalmente crianças inocentes pagadoras de débitos  de gerações defensoras dos próprios interesses.

No momento o cessar – fogo entre Israel e Hamas (movimento fundamentalista islâmico da palestina )é por pequenas pausas humanitárias para resgatar corpos.
Cada um segue com suas ações militares, até um cessar fogo  definitivo quando o mais fragilizado com a situação reduzir a intensidade dos bombardeios amenizando o conflito para que seja levada em consideração o apoio   de quase todas as nações do mundo.
É  com tristeza que ouvimos falar de mortes, destruição, sequestro, vingança, disputa por terras, baseadas em questão política/religiosa.

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27 julho 2014

Dinheiro...Você sabe qual a sua origem?


Por conta da chuva resolvi garimpar nas minas do meu armário e resgatei um tesouro de cédulas e moedas antigas, algumas... lógico, 
mas o bastante, que guardo para que as minhas netas futuramente as conheçam.

Nas minhas  mãos uma fortuna.
Na minha mente... qual a sua origem?
E lá veio mais uma curiosidade.
E claro que eu fui futucar as coisas lá no banco central.
Vamos lá...

E no inicio não tinha luz....e não tinha moeda.
Hoje como a chamamos é o resultado de uma longa evolução.
Praticava-se simples troca de mercadoria por mercadoria sem equivalência de valor .

Assim, quem tivesse algo mais do que o necessário para si e seu grupo, trocava este excesso com o de outra pessoa que tivesse alguma coisa  diferente e necessária a outrem  mais do que fosse precisar.
Esta elementar forma ,o  escambo, no  comércio foi dominante no início da civilização .

Algumas mercadorias pela sua utilidade passaram a ser mais procuradas do que outras. Aceitas por todos assumiram a função de moeda circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas–mercadorias.

O gado bovino foi um dos muitos utilizados como moeda de troca. 
como também o sal de difícil obtenção principalmente no interior dos 
continentes onde era muito utilizado na conservação de alimentos.

Ambas deixaram marca de sua função como instrumento de troca em 
nosso vocabulário,  pois até hoje  empregamos palavras  como 
pecúnia (dinheiro)  e pecúlio (dinheiro acumulado) 
derivadas da palavra latina pecus (gado).

No Brasil  entre outras  circularam o Ca uri – trazido pelo escravo africano –o pau-brasil, o açúcar, o cacau, o tabaco e o pano trocado no Maranhão no século XVII devido à quase inexistência de numerário 
sendo comercializados sob a forma de novelos, meadas e tecidos.

Com o passar do tempo as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à oscilação de seu valor pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis não permitindo 
o acúmulo de riquezas.   
                               
Quando o homem descobriu o metal logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas anteriormente feitos de pedra.
Por apresentar vantagens o metal se elegeu como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas.
O metal comercializado dessa forma exigia aferição de peso avaliação 
de seu grau de pureza a cada troca.

Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas.
Como sua produção exigia além do domínio das técnicas de fundição 
conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado e essa 
tarefa  naturalmente  não estava ao alcance de todos.

A valorização cada vez maior  desses instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos  em pequenas dimensões que circulavam como dinheiro.
   
Na Idade Média  surgiu o costume de se guardar os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. 
Este como garantia  entregava um recibo. 

Com o tempo  esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.
No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. 
Tinham seu valor preenchido à mão tal como hoje fazemos com os cheques.

Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas  controlando as falsificações
e garantindo o poder de pagamento.

As cédulas  geralmente  se apresentam no formato retangular e no sentido horizontal, observando-se  no entanto grande variedade de tamanhos. Existem ainda  cédulas quadradas e até as que têm suas inscrições no sentido vertical.

As cédulas retratam a cultura do país emissor e nelas podem-se observar motivos característicos muito interessantes 
como paisagens, tipos humanos, fauna e flora, monumentos de 
arquitetura antiga e contemporânea, líderes políticos, cenas históricas etc.

As cédulas apresentam  ainda  inscrições  geralmente na língua oficial 
do país, embora em muitas delas se encontre  também  as mesmas inscrições em outros idiomas. 
Essas inscrições  quase sempre em inglês visam dar à peça leitura para maior número de pessoas.

Pois é ... falar de dinheiro é falar de moeda bancária ( cheques ) 
e cartão de crédito que atualmente vem substituindo o papel moeda, 
mas isso é outra historia.
Querendo saber mais  visite a minha página na lateral do blog cédulas 
Brasileiras.

Aguardem os próximos capítulos sobre moedas brasileiras.
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