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Mensagem do dia

26 fevereiro 2015

ÁGUA * VIVA

Dizer que a humanidade está preocupada com o rumo que nosso planeta está  tomando é considerar o dito por não dito, pois o que observamos é o descaso como é tratado  o solo, que chamamos de terra, como receptor de tudo que pode ser descartado, independente de origem, material, tamanho, tipo, cor,estado,  enfim , um grande contêiner onde pode ser colocado de tudo o que já não tem mais vida útil sem se importar com o seu grau de toxidade ao solo.

Certamente que pela falta de responsabilidades de todos, pela falta de conhecimentos de muitos a má utilização dos recursos naturais da ‘ terra ‘ vem causando grandes danos a nós mesmos e a própria natureza.

No momento a prioridade em questão é a escassez da água.
Sabemos avaliar a cultura da água?
Tratar-la com o valor que realmente ela tem?
Nenhuma outra questão merece mais atenção por parte da humanidade.
Pense que todos os seres vivos dependem totalmente da água e ela com certeza vai determinar o futuro de todos nós

A água precisa ser integrada nas questões socioeconômica, buscando sempre a responsabilidade ecológica e a reutilização racional desse recurso, para não comprometer as necessidades das gerações atuais e futuras e dos demais seres vivos que partilham conosco a água do globo.

No caminhar não muito distante grande parte dos conflitos políticos e sociais no futuro deixará de ter como causa o petróleo (não se fala em outra coisa agora) e serão provocados pelas disputas em torno do precioso líquido incolor, inodoro, insípida.

Fala-se que no início do próximo século, um terço das nações terá escassez de água de modo permanente.
Mudanças climáticas consideráveis virão como conseqüência da derrubada das florestas, o que já está acontecendo, e os  lagos subterrâneos, que datam de tempos pré-históricos, estão se esgotando rapidamente e  o calculo para o aumento  da escassez mundial serão influenciadas por essas mudanças que também modificará a qualidade da água com a elevação de sua temperatura e com o aumento dos índices de contaminação.

Aproveitando o ensejo, Governos em sua totalidade deveriam  assumir o compromisso de definir a crise da água e do  saneamento básico como prioridade máxima garantindo assim o que é de direito de todo o cidadão.

Buscando informação achei que o  Brasil detém 12% das reservas de água doce do mundo, sendo que cerca de 70% desse total estão na Bacia Amazônica, onde a densidade populacional é a menor do país.
Por outro lado, a região mais árida e pobre do Brasil, o Nordeste, onde vivem cerca de 30% da população, possui somente 5% da água doce. A alta densidade populacional, a poluição e a agricultura, aliadas à visão de que a água é um recurso infinito, já provocam o aumento na escassez de água de qualidade nas regiões Sul e Sudeste do país, onde vive 60% da população.

Cheia de rótulos, desperdiçada, contaminada, doce, salgada, dessalinizada, essa obtida sob grandes valores dez vezes maiores que outros processos de utilização.

O aumento populacional promove uma diminuição nos recursos hídricos, o que já está acontecendo,  levando em conta o mau uso,  a falta de consciência sobre a magnitude do problema com condutas inapropriadas dos governantes por não aplicarem a tempo ou sempre medidas preventivas para não causar maios problemas  como os de agora.

O desenvolvimento de novas formas de reutilização da água prevista  para 2015 não visaram  a eliminação, e sim a redução da  tremenda injustiça social da falta de acesso seguro à água e ao saneamento básico para todos os habitantes da Terra.

     O acesso à água e saneamento é uma questão ética
Segundo
o portal de ecologia "eco portal.net", que em 2017, de acordo com a ONU, cerca de 70% da população global terão problemas para ter acesso à água doce. E em 2025, aproximadamente 40% viverão em regiões onde a água escasseará.

As advertências feitas por diferentes países mostram que a falta de água não é um problema futuro e sim  um problema de agora.

A Organização Meteorológica Mundial advertiu que embora o fenômeno El Niño esteja fraco, este ano, 2015, poderia desencadear padrões climáticos anormais em muitas regiões, provocando chuvas em algumas regiões e secas em outras.
Seria o caso das chuvas torrenciais em são Paulo?

Corre por aí a boca miúda que existe o risco de se privatizar a produção de água potável, o que naturalmente o povo de menor poder aquisitivo, os pobres, é que sofrerá mais pelo fato de ter acessibilidade precária ao líquido ouro e o também  na questão econômica pois vão pagar mais caro por  ela.

A propósito o dia Mundial da Água foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1992, sendo comemorado no dia 22 de março. 
Lembrem-se de prestar solidariedade nessa data postando o que vocês acharem de útil no sentido despertar á todos que lerem, a consciência  do dever quanto aos cuidados com a água. 

                        Vamos cuidar bem dela.
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24 fevereiro 2015

MOBILIZANDO UMA SOCIEDADE


UM OLHAR SOBRE A MINHA COMUNIDADE
                       CIRCULAR Nº 2
          MOBILIZANDO UMA SOCIEDADE.

E aí galera das Juçaras, Rua, Avenida, Vila, Travessa... mais uma vez aqui mostrando o que acontece  de prejudicial a nós mesmos moradores dessas localidades.
OBSERVEM AS FOTOS.






Então.................................
Pelo CÓDIGO  DE TRANSITO BRASILEIRO (CTB) calçada e passeio são duas coisas distintas.
Você sabia que:
A CALÇADA - é a parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano, tipo banca de jornal... Telefone público, coletores de lixo ou postes de sinalização, implantação de jardim, plantas ornamentais, acentos discretos, nada que comprometa o ir e vir dos pedestres.

 O PASSEIO - parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso, separada por pintura ou elemento física separador, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas.
Pois bem... no artigo sexto desse código está escrito:
§ 6º Onde houver obstrução da calçada ou da passagem para pedestres, o órgão ou entidade com circunscrição sobre a via deverá assegurar a devida sinalização e proteção para circulação de pedestres.
                    Basta denunciar.
Então, o papel da calçada é manter-se livre de qualquer obstáculo que impeça o cidadão de exercer o seu direito de circular  livremente protegido de todos e quais quer fatores que causem danos á sua saúde física ou até mesmo moral.
A acessibilidade  de idosos e crianças deve ser respeitada  por conta da  vulnerabilidade a quedas e fraturas, como também pessoas portadores de necessidades especiais que precisam do bom senso de pessoas conscientes em contribuir para a  qualidade de vida e o bem estar de todos.

E para entender melhor a diferença entre calçada e passeio, explica-se que a calçada pode ter mais partes que o passeio, mas não existe calçada que não tenha passeio, a parte por onde transitam os pedestres;
Mas, de quem é a calçada?
 Calçada é do e é o para pedestre.
A calçada é o espaço do cidadão, por excelência.
Portanto.... TODO estacionamento de veículo obstruindo a passagem dos pedestres esta em uma situação de infração de trânsito grave independente da sua localização.
Acredite você pode mudar uma situação, basta querer.
                                    PENSE NISSO
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23 fevereiro 2015

Mudando de lugar.

                UM OLHAR SOBRE A MINHA COMUNIDADE     
                                   CIRCULAR Nº 1 

Colocar-se no lugar do outro é viver as mais diversas situações em que outra pessoa qualquer esteja vivenciando o momento independente do que seja. Certo?
Pensando assim... Com um olhar sobre a minha (?) comunidade, pude perceber o quanto é difícil deixar a zona de conforto de cada um, e fazer valer os direitos e deveres dos moradores (direitos esse que todos têm... deveres esses que nem todos querem assumir), por conta da falta de apoio e cooperação dos mesmos em prol de si e da comunidade onde mora.    
                               
 E aí galera das juçaras, Rua, Avenida, Vila, Travessa... o ano de 2015 chegou trazendo  expectativas de grandes e realizações com benefícios para todos nós.  Para que isso e muito mais possa acontecer á todos nós moradores, necessário se faz que nos tornemos colaboradores em prol da nossa “comunidade” despertando assim em cada um de nós o espírito de solidariedade (tão falada ultimamente... e pouco praticada) e respeito ao próximo, que pode ser o seu vizinho ao lado, ou mesmo o seu amigo, conhecido um pouco mais distante.

                             USANDO O BOM SENSO
                               PENSE NISSO....
- Como é difícil aceitar na sua porta de entrada da sua residência o descarte do seu vizinho ou mesmo de um passante. Livram-se dos resíduos, criam-se mais um problema para todos, não só para si.

                                          PENSE NISSO....
- Usar o passeio público como estacionamento particular impedindo o ir e vir do cidadão também pagante dos mesmos impostos promove-se o conforto e a segurança do bem móvel, e o vizinho.... e o passante.... e o seu familiar...?      


    PENSE NISSO.....
- Deixem os passeios livres nos dias de chuvas para que as crianças das escolas próximas tenham o direito de passar sem molhar os calçados, nas águas infectadas por micróbios e bactérias, independentes se tem criança ou não nos estabelecimentos de ensino.  
                                 SEJA SOLIDÁRIO.
- A rua é comprometida nos serviços de drenagem acumulando as águas das chuvas e servindo de canal para o esgotamento da rua principal, certo? 
                           POR QUE NÃO COOPERAR? 
- Vamos lá minha gente amiga. Garanto que agindo assim você vai contribuir com comunidade em que você mora, respeitando todos aqueles que estão próximos precisando apenas de pequenos gestos de solidariedade.                          

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18 fevereiro 2015

CHEGANDO DE NOVO.

Feliz ano novoooooooo....
Atrasada? Não.
Definitivamente o ano em curso começa agora, hoje.
De um modo geral com a virada de cada ano vivemos em um clima de festas, as quais nos proporcionam grandes momentos de prazer e alegria.
Nada mais justo. Faz parte do calendário “ humano” viver dia após dia com a sensação de que tudo está funcionando dentro das normas estabelecidos até por nós mesmos.

Nesse pequeno período quebramos regras e tabus, atropelamos a conta bancária, infringimos as leis da moral e dos bons costumes, viajando nas asas do depois tudo volta a ser como antes.
Será?
Nas avenidas e corredores das cidades  nos tornamos super heróis como saídos das histórias em quadrinhos, escalando aranhas-céu, dando voltas ao redor da terra, cuspindo fogo, batendo o grande martelo e decidindo a vida de todo o cidadão brasileiro.

Milhares de pessoas agrupam-se  em busca dessa alegria contagiante seguindo seus ídolos com passos ritmados ao som eletrificante  dos trios e batucadas e badalar dos chocalhos, que vão colorindo a cidade quebrando a rotina diária.

No meio dessa avalanche humana tudo rola, o possível e o impossível tornam-se compatível com o desejo e a vontade do folião que se predispõe a ficar em total evidencia.

Mas de volta a realidade deixamos no circuito  da festa, os sonhos e as fantasias.
Os amores, as emoções, beijos trocados, juras de amor, corações esperançosos....
Despimos-nos das indumentárias do homem de aço,
do capitão America, da mulher maravilha, do homem aranha,
do homem verde...o Ruke , cada qual com seus super - poderes contidos nos seus mundos imaginários.

Por certo o período carnavalesco exige uma preparação física adequada e assim sendo servirá também para a próxima corrida.

Não é novidade que enquanto o povão deixa-se levar pela euforia da festa, no silencio do recesso governamental,
a economia do país permite que novas regras sejam impostas ao cidadão folião.
E vamos que vamos enfrentando e superando os desafios  tal quais os personagens que povoam a imaginação dos baixinhos.
Então é dada a largada da corrida do ano em busca do ouro.

E todo ano é sempre assim.
Pensando no próximo carnaval?
Não.
Por aqui teremos logo..logo as festas juninas e atrás vem as micaretas. Já ouviu falar?
Pois é... o Brasil é festa, é feriado, é calor, é praia, também é corrupção, e berço de um povo que sabe tirar das decepções do dia a dia as alegrias para brincar o carnaval.
Bom.... Digo de novo.... Feliz ano novo.

Feliz 2015...E eu voltando com ele.

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03 fevereiro 2015

Compartilhando novos rumos

Pois é..... o meu amor me perguntou:
E os novos rumos?
Diante da sua visão emocional, me rendo á sua explicação e fazendo das suas palavras as minhas,  resolvi compartilhar essa postagem com você, e com permissão do autor.

Após o momento mágico da passagem de ano com todas as circunstâncias, sentimentos e desejos que a envolvem, vivenciamos os primeiros dias do ciclo ordinário por nós almejado e esperado como os anteriores cujas chegadas também foram ritualmente celebradas.
Passada a festa e definidas as metas, planos e projetos traçados, damos prosseguimento para que os intensos desejos daquele momento tão encantador se realizem na mesma proporção. Mas no retorno a normalidade cotidiana, compreendemos que para tanto precisamos enfrentar a realidade áspera que nos cerca. Esta esquecida por breve tempo.

Percebemos então que dentre tantas e outras, certas coisas nunca mudam e algumas perduram como se fossem eternas. Deveríamos estar acostumados, mas não estamos
(até porque não vejo como) ao aparecimento de situações inesperadas, fato natural da vida que possivelmente já tenha surpreendido muitos de nós. Fator ainda mais relevante é a relação social em diversos âmbitos com suas debilidades e carências que nos trazem dores e fadigas próprias desta condição humana.

Vivemos o êxtase e as emoções propicias daquela noite eufórica, pensando apenas em todo bem que para nós e ao nosso próximo naquele instante desejávamos, nos dando a fantasia de esquecermos as inconveniências e contrariedades que os dias nos reservam; E se dependesse única e exclusivamente de nós, de forma mágica todos os nossos anseios se realizariam naquele instante. Entretanto, 365 dias completos nos aguardavam.

E as aspirações? As idéias, planos e projetos? E o desejo de que tudo fosse novo, as novas metas?
E os novos rumos?
Perderam-se com as más noticias? Abalaram-se com as crises econômicas do país, problemas familiares ou adversidades no trabalho? Sucumbiram perante as permanentes injustiças e desonras?
Será que estes não foram apenas parte de um momento utópico de uma noite que passou?

Esperançosamente quero acreditar que não.
A verdade é que despertamos do êxtase para entender que nem sempre os ventos soprarão ao nosso favor e que nosso triunfo é conquistado dia após outro, exigindo de nós resiliência e perseverança; Do contrário podemos ser considerados covardes e fracassados.

Mas que Deus nos ajude em nossas esperanças para que elas nos conduzam as realizações do que tanto anelamos.

E se este ano não for como desejei? A vida segue e estamos apenas no começo, façamos nossa parte, acreditemos e esperemos. E se não for como achamos que seria, será suficiente, até uma nova passagem de ano.
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                           Visite...Conheça....Participe... 
http://www.marcusbittencourt.com/2015/02/e-os-novos-rumos.html


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