Mensagem do dia

21 agosto 2014

Folclore...Mitos e Lendas.

A origem da palavra "folklore”que vem da língua inglesa que significa sabedoria popular.
Formada pela junção de folk (povo) elore 
(sabedoria ou conhecimento) tem como significado pejorativo de "mentira", "invenção" sendo atribuída á algo que inspira fantasia, ilusão.
No Brasil com a reforma ortográfica  em  1934 que eliminou a letra K palavra perdeu  o hífen e tornou-se “folclore”

O folclore  é  visto como um cartão  de visita de um país, e por isso cada país tem elementos únicos de folclore,  de um povo com a  sua cultura  e suas tradições.
É passado de geração em geração através de contos, histórias, lendas, danças, brincadeiras....
Muitas são as informações que nascem da imaginação das pessoas, principalmente os nativos  das regiões do interior do Brasil, como os índios, e os que vieram depois  viver nessa terra maravilhosa como os negros e os brancos  miscigenando a raça mais bonita da região  nordeste.
As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais, tipo personagens  que se misturam com fatos da realidade para dar sentido aos “causos” contados  preservando a cultura popular.
Sabemos que  através dessas lendas e mitos  surgiram as  festas populares com  suas danças e  seus trajes típicos, como Carnaval, Festas Juninas, Cavalhadas.

Quem não ouviu falar das lendas e mitos e continuam ouvindo  sobre o Saci-Pererê, Negrinho do pastoreio, Mula sem cabeça, Lobisomem, Curupira, Bicho-papão, Boitatá;
Faz parte da história contada nos livros didáticos  onde as crianças lêem  e buscam mais informação.

Quem não dançou ou cantou e continua cantando e dançando o Frevo, Samba, Fandango, Xaxado,  Xote,  Maracatu,  Pau-de-fita,  Quadrilha...
Ah! Como dancei quadrilha nas festas juninas nos meus tempos de escola...

Quem nunca vibrou com as danças  e as festas típicas das regiões como a Festa do Boi (do Boi-bumbá ou Bumba-meu-boi.

Quando criança, brinquei muito ao som das cantigas de roda: Atirei o Pau no Gato, Escravos de Jó, Ciranda-cirandinha, O Cravo e a Rosa, Sapo Cururu, e continuo brincando, agora com Ester minha neta com três anos.

As festas tradicionais são muitas, algumas delas: A da lavagem das escadarias da igreja do  Senhor do Bonfim; O dia 2 de fevereiro, dia de Iemanjá no rio vermelho;  Nossa senhora dos Navegantes na praia da Boa viagem ; Itapuã; Conceição da Praia, no Mercado Modelo;  Arembepe e haja festa.......

Sabia que Os utensílios usados por nossos antepassados (brancos, negros e índios) para caça, pesca, artesanato e outros faz parte do folclore Brasileiro?
Um grande disseminador do nosso folclore foi o autor Monteiro Lobato por meio das suas obras também ajudou a propagar lendas e mitos do Brasil. 
Comemoramos o Dia do Folclore no dia 22 de Agosto.
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19 agosto 2014

Etiqueta da net.

Sempre escrevi as minhas postagens  com letras MAIÚSCULAS, até o dia em que descobrir que estava cometendo uma gafe ofensiva á todos os internautas.  Desconhecia esse PEQUENO DETALHE.

Diante de tantos outros erros que são cometidos na internet através de uma linguagem mal intencionada, linguagem crítica, coisas que são realmente mal vistas, escrever em caixa alta, vem classificam as pessoas que assim escrevem,  particularmente eu, como tremendamente mal educadas, pois passam a sensação de que estão gritando.

Escrever em letras MAIÚSCULAS para mim não significa que eu esteja gritando, muito pelo contrário, levei em consideração as pessoas que têm acuidade visual diminuída, como eu, tornando a leitura  cansativa , perdendo-se na sua continuidade. 
Confesso que esteticamente eu acho melhor. 
É uma questão de gosto e não por falta de educação.

Eles (Defensores da netiqueta )dizem e pensam assim: por ser em geral mais difícil de ler( ? ) em alguns CONTRATOS menos bem intencionados chega-se a escrever cláusulas completamente em MAIÚSCULAS e com letra em ponto pequeno, para desencorajar a sua leitura.
Deu para você entender? E ou...Consideram que usar as MAIÚSCULAS ou letras CAPITAIS  é uma grande ofensa, (eu estou ofendendo a quem?)
já que são interpretadas como uma maneira de gritar através do teclado.

Viver de acordo com as expectativas de outras pessoas no sentido de pensar  ou mesmo ter a sensação de.......
É  tirar o direito a liberdade de expressão de como melhor transmitir o que lhe convêm, haja vista  para o fato de que estas regras de etiqueta aplicadas à internet não são oficiais, nem estão documentadas em nenhum lugar.
A compilação de normas  está sendo escrita e expandida de forma colaborativa e voluntária, pelos próprios usuários da internet.

Tipo assim maria vai com as outras.  Assim sendo...
Sabemos perfeitamente que  somos influenciáveis a ponto de  dar continuidade a um primeiro pensamento, muitas vezes sem saber ao certo o alcance , o ponto  a ser atingindo,  por conta da  tal maneira de agir.
Observe  como é colocada a questão  quando se  critica um comportamento também em se tratando de uma fala na internet: 
ninguém é obrigado a suportar ofensas e má-educação.
                         ( Com certeza)
Caso alguém insista nessas práticas, IGNORE-O.
A fala com propriedade autoritária, também não foge as regras do bom senso e da boa educação?
O pior cárcere não é o que aprisiona o corpo, mas o que asfixia a mente e algema a emoção.
Sem liberdade,  sufocamos o prazer.
Sem sabedoria, nos tornamos  máquinas.

Naturalmente que  vivemos debaixo de regras, normas, leis , mas, acredito também que  uma causa inteligente , que é a minha 
(MODÉSTIA A PARTE), escrevendo no meu espaço em caixa alta no sentido de promover uma melhor leitura,  faz  com se tenha um bom efeito grandioso e inteligente.

Quebrar tabus e regras faz parte da uma conduta  inteligente  quando o beneficio alcança vários segmentos da sociedade.
Infelizmente não  se pode agradar á todos.
Isso também faz parte.

Venho diante da minha justificativa pedir desculpas por ofender os meus amigos blogueiros  e facebokueiros  pelos erros cometidos e pelos meus gritos de até então.
Causa  constrangimento  não ser bem vista  entre os mais experientes no mundo da net, onde a netiqueta vem estabelecer essas regras no mundo virtual.

Não vou prometer,  mas vou tentar escrever sempre em caixa baixa para não fugir  as regras impostas e manter  a minha imagem de moça bem educada.

Agora digo que:  preocupar-nos  com as regras impostas pela sociedade ou por um minúsculo grupo que se acha no direito de ditar regras, etiquetas na net, vamos  deixar passar  momentos de grande emoção....  ficando  apenas  pensando no que poderíamos ter feito sem ao menos desfrutarmos "do voo" da nossa imaginação.
Assim penso.
Assim escrevo.
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18 agosto 2014

A volta do vinil.

Mais uma curiosidade minha para dividir com você.

Depois que ouvir uma reportagem sobre a possibilidade  da volta do disco do vinil, fiquei pensando em como encarar essa volta depois de alguns anos fora do alcance dos nossos olhos, mas guardado nos corações dos apaixonados , 
"o negão chato” 
com suas características própria e inimitável.
Que seja bem vindo.
Particularmente  tenho algumas relíquias  guardadas, herança de presentes de amigos, parentes, marido, que naturalmente tem  valores históricos e emocionais. 
Coisas do coração.

Vou colocar aqui um pouco sobre o “bolachão”, como assim muitos o chamavam e ainda o chamam pela sua forma redonda e chamativa.
E quem disse que tamanho não é documento?
No caso do vinil, tamanho é uma identidade, sim.
E vamos saber o por que.

E você já pensou em voltar a ouvir as suas músicas preferidas em um disco de vinil?
Tem coragem de abandonar o cd e o mp3?
Com o seu principal objetivo de armazenar música no formato digital, eles surgiram na década de 80, com sua praticidade, seu tamanho reduzido e som livre de ruídos, substituindo assim o disco de vinil.

Nem todo mundo sabe a sua história e as suas origens.
Conta-se que a invenção foi do engenheiro húngaro Peter Carl Goldmark  quando ele trabalhou na Columbia Records, nos Estados Unidos , no ano de 1948, substituindo  assim os antigos e sensíveis discos de goma-laca.

O disco de  vinil , Long Play (LP) oferecia um melhor desempenho, 
com uma capacidade muito maior de musicas do que nos discos antigos de 78 RPM 
(rotações por minuto).

Defendido por conhecedores, colecionadores, e fãs  do vinil, o que mais se argumenta é que as gravações em meio digital cortam as frequências sonoras mais altas e baixas, eliminando harmônicos, ecos, batidas graves, "naturalidade"e espacialidade do som, o que é mantido pelo “ bolachão”que não precisa de um aparelho de som propriamente
para ser ”ouvido” “tocado”.
Palavras de quem entendem do assunto.

O contato  da agulha com o disco rodando na vitrola faz com que exista vibrações produzidas pelos sulcos dentro das ranhaduras que nada mais são do que a representação frequencial do áudio em questão , faz você ouvir  o que foi gravado  mesmo sem áudio, e com as caixas de som desligadas, que  quando  acopladas elas servem para amplificar  os sons. 

E a história é mais ou menos assim:
Os discos de goma-laca de 78 rotações, foram substituídos pelo LP.
O LP foi substituído pelo CD.
Que de imediato  teve ampla aceitação, e até hoje está aí firme,  forte, em alta, sem sair de moda, apesar de nunca ter transmitido aquele calor  saudosista que só o LP  tem.
A “frieza” entre as gravações analógicas e digitais é que  o vinil utiliza a gravação analógica, enquanto  cds utilizam a digital.
Interessante, não?

Sabia que existe o dia do disco de vinil?
Pois  tem...comemora-se desde o dia 20 de abril de 1978, quando da sua fundação no Rio de Janeiro, em homenagem ao cantor e compositor (músico) Ataulfo Alves, que faleceu  dez anos  antes, 20 de abril de 1968.
Eu não sabia... e  você, sabia?
Eis aí  os meus companheiros de jornada. 
Cantamos juntos tantas vezes, e muitas delas me fizeram chorar 
e amar e amar. 
Eles fazem parte da minha historia.
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