Mensagem do dia

12 dezembro 2022

                    Brasil, meu Brasil brasileiro....


Esta sendo muito difícil para mim esse momento acreditando  que foi percebida a minha ausência durante algum tempo por conta do meu estado emocional abalado, garantindo que muitos brasileiros também estão passando por isso, agravamento  da saúde, com as consequências de posicionamento mau administrado por cidadãos mau informados ou mesmo sem conhecimento algum politicamente falando.   

Respeitando o livre arbítrio de cada um, peço perdão pelo meu comentário ousado, mas explicável.

Então... Hoje são 22 de dezembro de 2022, dia D para ser registrado como o dia em que o país parou para vivenciar o fato histórico mais complexo dos últimos quase dez anos, ( 2015) pois envolve duvidas quanto ao resultado das eleições presidenciais. 

Desde quando estamos sendo traídos e manipulados por esse sistema corrupto?

Houve ou não houve fraude?

É hora de desenterrar os defuntos... Colocar a coroa  da impunidade, dá liberdade aos presidiários, os colegas amigos para fechar o circulo que vai denegrir o país, com todas as honras e aplausos de pé á todos os bobos da corte.

Durante  esse processo veio á tona muitos questionamentos... Muitas dúvidas... Por conta de decisões de um só homem, ( monocraticamente )o Ministro do Tribunal Eleitoral, direcionadas a interesses próprios como também a fim de favorecer muitos políticos já condenados pela justiça, trazendo-os de volta ao poder como se nada tivesse acontecido.  Visão do país lá fora. Roubar vale a pena. Pode ser presidente da Republica. Sem nenhum constrangimento.

Vem para o Brasil, vem... Sempre cabe mais um.

No tempo de investigação, averiguação, das condutas durante o exercício nos poderes deixou provado às muitas irregularidades, mais nada disso foi o bastante para afasta-los de uma vez por todas, da sede do poder, da ambição do querer sempre mais, em nome das classes mais vulneráveis, O negro, A mulher solo, O homossexualismo, O morador em situação de rua, as crianças carentes,  como se assim procedendo fosse realmente levar em consideração as promessas nas campanhas.

O mundo sabe que é o futuro presidente do nosso país amado carrega na sua bagagem adjetivos de pai da corrupção, larápio, quadrilheiro, ali babá e os quarenta ladrões, só com uma grande diferença.

O ali babá da antiga historia, acompanhamos uma rápida aventura de um homem pobre que acaba se deparando com uma fortuna inesperada. A fortuna em questão era fruto do roubo de quarenta ladrões. O personagem principal se aproveita da situação para roubar o tesouro furtado pelos ladrões e conseguir mudar de vida, construindo pontes, viadutos, distribuindo dinheiro aos seus aliados na corrupção.

Ao final da história, Ali Babá consegue escapar das consequências de ter roubado o tesouro, mas juntamente com os ladrões os personagens não tiveram um final feliz.

Mudei um pouquinho o final da historia para dar um toque da verdadeira realidade.

Ah! O lendário Robin Hood (conhecido em Portugal como Robin dos Bosques) é um herói mítico inglês, um fora da lei que roubava da nobreza para dar aos pobres. Teria vivido no século XII, aos tempos do Rei Ricardo Coração de Leão, e das grandes Cruzadas. Roubava para dar aos verdadeiros “pobres” enquanto que o larápio da atual história acumula tesouros, compra tudo que é vendido para se manter na posição até que a justiça divina se manifeste e acabe com a farra dos dinheiros públicos. Inclusive o meu, o seu, afinal somos pagadores de impostos que alimenta essa corja de uma maneira que quanto mais tem, mais quer.

Bom, No momento os ditadores estão sendo aplaudidos de pé por um grupo de pessoas que são vendidas para o sistema.  Lamentável.

A cerimonia é uma das cenas mais vergonhosas vista na historia desse país. O povo brasileiro não merece isso. Estão acampados desde o dia posterior ao resultado das eleições, quarenta dias mais precisamente nos portões do QG de todo o país, e agora diante da esplanada dos ministérios, pedindo S.O. S para as forças armada, no sentido de justiça e devolver a real democracia a esse povo sofredor, fervoroso, confiante dentre eles, mulheres guerreiras, crianças em fase de aprendizado para demostrar desde já o verdadeiro patriotismo.

As instituições revelem e reforçam que as manifestações que veem ocorrendo em todo o território nacional, A marinha do Brasil, O exército Brasileiro, e A força Aérea Brasileira reafirmam seu compromisso irrestrito e inabalável com o povo brasileiro, com a democracia e com a harmonia politica e social do Brasil, ratificando pelos valores e pelas tradições das forças armadas, sempre presente moderador nos mais importantes momentos de nossa historia.  E cadê vocês?

O Brasil está sendo vitimado mais uma vez. Milhões de patriotas estão ás ruas pedindo, implorando, para isso fosse evitado.

A diplomação de um individuo sem moral na frente de comando geral de um país em desenvolvimento.  É autenticação de um crime.

E o porquê de tudo isso?

O programa de governo que vão implantar vai colocar o país em retrocesso.  Tudo que se conseguiram nesses últimos quatro anos, se pouco ou muito, no momento não é relevante, mas é de grande  valia perante o que foi perdido em mau investimento e roubalheira.

Ampliação do teto de gastos.  Esse fora do limite. Liberado para fazer o que quiser sem prestar contas. Dizem eles que é para pagar a bolsa esmola no valor de 600 reais mais 150,00 por criança. Promessa de campanha. Vamos vê o índice de natalidade crescer, afinal esse valor dá para suprimir as necessidades básicas  e ainda sobra para colocar na poupança para a faculdade futura.

Tudo isso já provado e aprovado.

Bom ou não, como diz Bárbara no te Atualizei... A luta não acabou... A luta continua.

Confesso que esse desabafo é minha maneira de protestar com o rumo que meu país está descendo a ladeira em direção ao abismo politico / econômico.

Pois então...Fechando por hoje, amanhã que sabe tem mais, senão corro o  isco de ser censurada e presa. kkkk

Abraços a todos. Eliene de castro

22 de dezembro de 2022 💚🌈 Feliz por estar aqui ainda. 

17 fevereiro 2021

A história de uma folha

 


Era uma vez uma folha, que crescera muito.
A parte intermediária era larga e forte, as cinco pontas eram firmes e afiladas.
Surgira na primavera, como um pequeno broto em um galho grande, perto do topo de uma árvore alta.
A   folha estava cercada por centenas de outras folhas, iguais a ela. Ou, pelo menos, assim parecia. Mas não demorou muito para que descobrisse que não havia duas folhas iguais, apesar de estarem na mesma árvore.
 Alfredo era a folha mais próxima.
Mário era a folha à sua direita.
Clara era a linda folha por cima.

Todos haviam crescido juntos. Aprenderam a dançar à brisa da primavera, a se esquentar indolentemente ao sol do verão, a se lavar na chuva fresca.

Mas Daniel era seu melhor amigo. Era a folha maior no galho e parecia que estava lá antes de qualquer outra.
A folha achava que Daniel era também o mais sábio.
Foi Daniel quem lhe contou que eram parte de uma árvore. Foi Daniel quem explicou que estavam crescendo num parque público.
Foi Daniel quem revelou que a árvore tinha raízes fortes, escondidas na terra lá embaixo.
Foi Daniel quem falou dos passarinhos que vinham pousar no galho e cantar pela manhã.
Foi Daniel quem contou sobre o sol, a lua, as estrelas e as estações.
 
Fred adorava ser uma folha. Amava o seu galho, os amigos, o seu lugar bem alto no céu, o vento que o sacudia, os raios do sol que o esquentavam, a lua que o cobria de sombras suaves.
O verão fora excepcionalmente ameno.
Os dias quentes e compridos eram agradáveis, as noites suaves eram serenas e povoadas por sonhos.
Muitas pessoas foram ao parque naquele verão.
E sentavam sob as árvores.
Daniel contou à folha que proporcionar sombra era um dos propósitos das árvores.
- O que é um propósito? - perguntou a folha.
- Um razão para existir - respondeu Daniel - tornar as coisas mais agradáveis para os outros é uma razão para existir. Proporcionar sombra aos velhinhos que procuram escapar do calor de suas casas é uma razão para existir.
 
A folha tinha um encanto todo especial pelos velhinhos. Sentavam em silêncio na relva fresca, mal se mexiam.
E quando conversavam eram aos sussurros, sobre os tempos passados.
As crianças também eram divertidas, embora às vezes abrissem buracos na casa da árvore ou esculpissem seus nomes. Mesmo assim, era divertido observar as crianças.
Mas o verão da folha não demorou a passar.
E chegou ao fim numa noite de outubro.
A folha nunca sentira tanto frio.
Todas as outras folhas estremeceram com o frio.
Ficaram todas cobertas por uma camada fina de branco, que num instante se derreteu e deixou-as encharcadas de orvalho, faiscando ao sol.
 
Mais uma vez, foi Daniel quem explicou que haviam experimentado a primeira geada, o sinal que era outono e que o inverno viria em breve.
Quase que imediatamente, toda a árvore, mais do que isso, todo o parque, se transformou num esplendor de cores. Quase não restava qualquer folha verde.
Alfredo se tornou um amarelo intenso.
Mário adquiriu um laranja brilhante.
Clara virou um vermelho ardente.
Daniel estava púrpura. E a folha ficou vermelha, dourada e azul. Todos estavam lindos. A folha e seus amigos converteram a árvore num arco-íris.
- Por que ficamos com cores diferentes, se estamos na mesma árvore? - perguntou a folha.
- Cada um de nós é diferente. Tivemos experiências diferentes. Recebemos o sol de maneira diferente. Projetamos a sombra de maneira diferente.
Por que não teríamos cores diferentes?
Foi Daniel, como sempre, quem falou.
E Daniel contou ainda que aquela estação maravilhosa se chamava outono.
 
Grande ou pequeno, fraco ou forte, tudo morre.
 
E um dia aconteceu uma coisa estranha.
A mesma brisa que, no passado, os fazia dançar começou a empurrar e puxar suas hastes, quase como se estivesse zangada.
Isso fez com que algumas folhas fossem arrancadas de seus galhos e levadas pela brisa, reviradas pelo ar, antes de caírem suavemente ao solo.
Todas as folhas ficaram assustadas.
- O que está acontecendo? - perguntaram umas às outras, aos sussurros.
- É isso que acontece no outono - explicou Daniel - é o momento em que as folhas mudam de casa. Algumas pessoas chamam isso de morrer.
 
- E todos nós vamos morrer? – perguntou a folha
- Vamos sim - respondeu Daniel - tudo morre. Grande ou pequeno, fraco ou forte, tudo morre. Primeiro cumprimos a nossa missão. Experimentamos o sol e a lua, o vento e a chuva. Aprendemos a dançar e a rir. E, depois morremos.
- Eu não vou morrer! - exclamou Folha, com determinação - você vai, Daniel?
- Vou sim... Quando chegar meu momento.
- E quando será isso?
- Ninguém sabe com certeza - respondeu Daniel.
 
A folha notou que as outras folhas continuavam a cair.
E pensou:
"Deve ser o momento delas."
Ela viu que algumas folhas reagiam ao vento, outras simplesmente se entregavam e caíam suavemente.
Não demorou muito para que a árvore estivesse quase despida.
- Tenho medo de morrer - disse a folha a Daniel - não sei o que tem lá embaixo.
 
- Todos têm medo do que não conhecemos.
Isso é natural - disse Daniel para animá-la - mas você não teve medo quando a primavera se transformou em verão.
E também não teve medo quando o verão se transformou em outono. Eram mudanças naturais.
Por que deveria estar com medo da estação da morte?
 
- A árvore também morre? - perguntou a folha.
- Algum dia vai morrer. Mas há uma coisa que é mais forte do que a árvore.
                                      É a Vida.
Dura eternamente e somos todos uns parte da Vida.
- Para onde vamos quando morrermos?
- Ninguém sabe com certeza... É o grande mistério.
- Voltaremos na primavera?
- Talvez não, mas a Vida voltará.
- Então qual é a razão para tudo isso? - insistiu a folha
- Por que viemos para cá, se no fim teríamos de cair e morrer?
Daniel respondeu no seu jeito calmo de sempre:
- Pelo sol e pela lua. Pelos tempos felizes que passamos juntos.
Pela sombra, pelos velhinhos, pelas crianças.
Pelas cores do outono, pelas estações. Não é razão suficiente?
Ao final daquela tarde, na claridade dourada do crepúsculo, Daniel se foi. E caiu a flutuar. Parecia sorrir enquanto caía.
- Adeus por enquanto – disse ele à folha.
E, depois, a folha ficou sozinha, a única que restava em seu galho.
 
E, enquanto caía, ela viu a árvore inteira pela primeira vez
A primeira neve caiu na manhã seguinte.
Era macia, branca e suave.
Mas era muito fria.
Quase não houve sol naquele dia... e foi um dia muito curto.
 
A folha se descobriu a perder a cor, a ficar cada vez mais frágil. Havia sempre frio e a neve pesava sobre ela.
E quando amanheceu veio o vento que arrancou a folha de seu galho.
Não doeu. Ela sentiu que flutuava no ar, muito serena.
E, enquanto caía, ela viu a árvore inteira pela primeira vez.
 
Como era forte e firme! Teve certeza de que a árvore viveria por muito tempo, compreendeu que fora parte de sua vida.
E isso deixou-a orgulhosa.
 
A folha pousou num monte de neve. Estava macio, até mesmo aconchegante. Naquela nova posição, a folha estava mais confortável do que jamais sentira.
Ela fechou os olhos e adormeceu.
 
Não sabia que a primavera se seguiria ao inverno, que a neve se derreteria e viraria água.
Não sabia que a folha que fora, seca e aparentemente inútil, se juntaria com a água e serviria para tornar a árvore mais forte.
E, principalmente, não sabia que ali, na árvore e no solo, já havia planos para novas folhas na primavera...
 
O começo!
***

Autor: Leo Buscaglia

imagem= Net

01 fevereiro 2021

Até quando....minha indignação.

 Quando se 0uve ou se vê algum fato que nos causa indignação, o sentimento de impotencialidade diante do ocorrido, se manifesta e prova que o tanto fez ou tanto faz, ocupa o espaço do bom senso e do respeito.

Respeito é muito bom....e eu creio que  todos gostam.

A pandemia tem levado a “culpa” por comportamentos de tamanha irresponsabilidade, que fica até difícil de entender se é por conta do isolamento social que estamos sendo obrigados a seguir, que interfere na nossa conduta ou se faz parte da personalidade já estabelecida em consequência da falta educação doméstica de cada individuo infrator.

Tudo isso de um modo geral falando.

Independente do local do fato, de características própria, com espaço limitado, ocupado por casas habitadas na sua maioria por pessoas idosas acima de 60 anos, portadoras de doenças pré- existentes, fazendo parte do grupo de risco por conta do vírus mortal, participaram indiretamente, inclusive eu, já nas portas dos meus 70 anos, de uma comemoração(¿)por pessoas que visivelmente não se mostraram preocupados em colaborar com o distanciamento social e familiar, haja vista que nas suas próprias famílias tem alguém que necessita desse entendimento.

O local é de um espaço físico limitado, estreito, é um corredor de casas, o famoso “beco” que foi devidamente preparo para proteger os seus moradores a fim de evitar a disseminação do vírus preservando á saúde de todos.

Acesso restrito a moradores e parentes mais próximos.....oferta em álcool em gel e higienização do local.....varredura, coleta de resíduos....etc...

Por conta disso...comentários, opiniões de naturezas diversas inclusive condenatórias se fizeram presentes ao longo do tempo, quem sabe por falta de conhecimento sobre a extensão do mal que ora acomete á todos.

Sobrou para mim, como moradora e participante  ativa nessas condutas sempre em busca de melhorias para a localidade, títulos que de nada fazem parte da minha maneira de ser.

Pensamentos livres. Respostas á altura. Silêncio...Silêncio.

Não sou dona nem da minha vida. Estou sob os designíos do deus que eu escolhi como meu salvador.

Uma senhorinha de idade avançada me disse certa vez que:

“ Faço parte da raça humana, mas o ser humano é podre”.

Não deixa de ser verdade. Visivelmente estamos vivendo o tempo de “Sodoma e Gomorra”. Os sinais estão sendo divulgados abertamente pelos céus e terra.

Infelizmente quando isso acontece somos obrigados a ouvir as conversas em tom alto onde o próprio espaço físico promove a propagação do som, sem se dar conta de que por trás de cada parede, de cada casa, existem historias e dores que não levados em consideração, como também a interferência no direito de ir e vir.

Lamento pela falta de discernimento, bom senso e respeito por nós todos e por mim, moradora do local há tantos anos.

E nada muda. Nem sob pressão do mal.

Cada um escolhe a sua maneira de viver e morrer.

Somos todos responsáveis pelas nossas escolhas.

Mas cada um também tem que ter respeito pelas as escolhas alheias em viver e morrer. Eu particularmente não quero morrer por conta do vírus mortal

Quem quiser que morra. Eu respeito.





 

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