Mensagem do dia

28 agosto 2015

Apelo do pacinte á enfermagem



Sou da área de saúde e sei a importância dos procedimentos básicos para o bom desenvolvimento de um ato cirúrgico, consequentemente com o seu resultado bem sucedido. Vale a pena ler....


“Quando me levarem para a sala de cirurgia, por favor, não me deixem sozinho e sem qualquer informação sobre o que será feito em seguida”. 
Para vocês, o Bloco Cirúrgico é bastante conhecido, tudo nele lhes é familiar. Afinal vocês passam, nele, uma grande parte de seu dia. Mas, para mim, mesmo que não seja minha primeira cirurgia, tudo é novidade, tudo é assustador. Contudo, se alguém conhecido, especialmente o meu cirurgião ou um dos membros de sua equipe que eu já conheço, estiver junto de mim, estarei seguro e me será fácil enfrentar tudo o que vier em seguida. Melhor ainda se esta pessoa puder segurar, carinhosamente, a minha mão...

Ao me passarem para a mesa de cirurgia, por favor me cubram com algo para me aquecer. 
A sala de cirurgia é sempre muito fria, mesmo no verão. Mais ainda quando o ar condicionado está funcionando. Como vocês estão completamente vestidos, muitos já com o capote e as luvas cirúrgicas, certamente não imaginam o frio que se sente com uma simples camisola. Especialmente quando, além de tudo, se é aquele que será operado!

Se possível, evitem arrumar os equipamentos e instrumentos cirúrgicos, enquanto eu estiver acordado na mesa de cirurgia. É extremamente estressante ver todo aquele instrumental e aparelhos que deverão ser usados em mim. Sei que tudo será em meu benefício, mas, nem por isto os ruídos de instrumentos sendo colocados em uma mesa deixam de ser causa de muito temor e angústia para mim. Façam-na, pois, antes da minha chegada, evitando-me mais este sofrimento.

Não comentem defeitos de equipamentos, nem reclamem da falta de algum medicamento na sala de cirurgia, depois que eu estiver lá dentro ou onde possa escutar tais reclamações. É terrível saber que determinado material está faltando ou que se apresenta defeituoso, tendo-se consciência de que ele deverá ou deveria ser usado em meu tratamento. Certamente minha angústia diante de tal fato irá contribuir, sensivelmente, para complicações posteriores.

Quando forem me preparar, respeitem o meu pudor. 
É extremamente desagradável ver-se despido diante de tantas pessoas, mesmo sabendo que são profissionais acostumados a estas situações. Mas, por favor, lembrem-se de que eu não estou acostumado a me despir diante de pessoas estranhas!

Respeite também, eu lhes peço, o meu medo. 
Mesmo os maiores heróis, diante de uma situação de cirurgia iminente em si própria, certamente irão tremer. Afinal, tudo é estranho, tudo é ameaçador. Se eu pedir para esperarem um pouco, não percam a paciência comigo. Afinal, a profissão de vocês é esta e eu espero que a exerçam com muito amor. Se me explicarem, em linguagem compreensível para um leigo, o que vai ser feito, certamente vou entender - eu não sou “burro!” - e então poderei cooperar com todos. Mas, lembrem-se: cada pessoa tem o seu próprio tempo para se acalmar. Respeitem, pois, o meu tempo!

Se eu não estiver cooperando como vocês gostariam, desculpem-me e ajudem-me a tranqüilizar para melhor ajudá-los. 
Não me tratem com impaciência nem me agridam com reprimendas ríspidas. Afinal, eu nada sei de cirurgia e se me movimento ou coloco a mão onde não devia, não o faço por mal. São atos instintivos de defesa que realizo por desconhecer as regras e as necessidades técnicas, mas também pelo medo de algo que me ameaça. Vocês já pensaram que podem ser vocês mesmos, a ameaça de que tanto tenho medo? Tratando-me com carinho e paciência, certamente irão me conquistar e eu irei ajudá-los muito mais do que pensam!

Se a anestesia utilizada for a local ou a regional, certamente eu estarei acordado e muito atento a tudo que se passar em redor de mim. 
Mesmo com alguma sedação, o meu medo me fará estar extremamente ligado a tudo o que eu imaginar ou me parecer ligado à minha pessoa. Portanto, evitem conversas que podem demonstrar desinteresse pelo meu tratamento. Vocês podem estar tão descontraídos que falarão de futebol, programas de televisão ou de política, com a maior naturalidade. Mas isto irá me parecer um grande desinteresse pelo que estão me fazendo. E eu irei sofrer muito mais do que já estarei sofrendo. Se surgirem complicações no pós-operatório, certamente irei atribuir este fato ao desinteresse da equipe durante a cirurgia.

Se a anestesia for geral, durante a indução da anestesia, por favor, façam todo o silêncio possível. 
Naquele momento de passagem da consciência para a inconsciência, tudo o que acontecer na sala será de extrema importância para mim. Poderei dormir com segurança e tranqüilidade ou então inteiramente transtornado por tudo o que ouvi, sem compreender o que acontecia.

E depois de anestesiado, lembrem-se de que continuo merecendo todo o respeito como quando acordado. 
Zombar de mim, do meu modo de ser ou de falar, do meu corpo, será uma enorme falta de ética e de caráter, coisa que jamais poderia aceitar em um grupo para o qual estou entregando a minha própria vida. É bom lembrá-los de que por razões ainda não bem explicadas, muitas pessoas são capazes de ver e ouvir, mesmo estando bem anestesiadas, lembrando-se de tudo o que aconteceu, quando voltam da anestesia...

Finalmente, quero lhes pedir que respeitem minha condição de “ser humano”, independentemente de ser um paciente particular rico, ou um anônimo indigente, recolhido pelas ruas. Afinal, sou alguém exatamente igual a vocês, filho do mesmo Pai, criatura do mesmo Criador. E só por isto, mereço o mesmo respeito que vocês dedicam às suas mães, a seus irmãos e a vocês mesmos. Ainda que não acreditam no Deus Criador de tudo e de todos, façam por mim, o mesmo que gostariam que lhes fizessem! Muito obrigado!”

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27 agosto 2015

Marcas do tempo

Cicatrizes nos lembram de onde estivemos,
necessariamente elas não têm como dizer
para onde vamos.
As rugas nos mostram o quanto já vivemos,  mas elas não tem como dizer o tempo que nos resta.
Na verdade, não importa o que já passou ou mesmo o que está por vir. 

O que realmente importa mesmo é o que construímos  de bom ao longo dos anos, e o que está dentro de nós. 

Uma breve observação sobre a postagem: com pequenas modificações complementares,  basicamente foi assim ouvida de  uma serie na tv. Frases de grande efeito reflexivo e quero mostrar o quanto de  verdade existe em todas elas.
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26 agosto 2015

Agindo na adversidade


Esta é uma boa lição para todos nós, não importa em que fase da vida...

Uma jovem foi conversar com sua avó, e contou sobre o quanto as coisas estavam difíceis na sua vida - o marido a havia traído e ela estava arrasada. Ela não sabia o que ia fazer e queria desistir.
Ela estava cansada de lutar e brigar.
Parecia que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia.

Sua avó a levou para a cozinha.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas no fogão.
Assim que a água começou a ferver, colocou em uma das panelas cenouras, em outra colocou ovos, e na última colocou café, sem dizer uma palavra.

Cerca de vinte minutos depois, ela desligou o fogão,
colocou as cenouras em uma tigela e os ovos em outra.
Então pegou o café e derramou o líquido em uma terceira tigela.

Virando-se para a neta, ela disse: "Diga-me o que você vê."
"Cenouras, ovos e café," ela respondeu.

Sua avó trouxe as tigelas para mais perto e pediu que a neta experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
A avó então pediu que ela pegasse um ovo e o quebrasse.
Depois de retirar a casca, ela observou o ovo cozido.

Finalmente, pediu que a neta saboreasse o café. A neta sorriu ao provar seu aroma delicioso, e perguntou: "O que significa isso, vovó?"

Sua avó explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade:
             ÁGUA FERVENTE.
E cada um reagiu de forma diferente.
A cenoura era forte, firme e inflexível. 
No entanto, após ter sido submetida à água fervente, amoleceu e se tornou frágil.

Os ovos eram frágeis - 

sua casca fina protegia o líquido no interior, mas depois de colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.




No entanto, o pó de café foi o único que, depois de colocado na água, mudou a água.

"Qual deles é você?", perguntou a avó. "Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?"

                Pense nisso:
Quem sou eu? Sou como a cenoura que parece forte, mas murcho com a dor e a adversidade? Fico frágil e perco a força?
Será que sou o ovo, que começa com um interior maleável, mas muda com o calor? Será que eu tenho um espírito maleável, mas depois de uma morte, uma separação, uma dificuldade financeira ou algum outro julgamento, eu me torno mais difícil e dura? Será que minha casca parece a mesma por fora, mas no interior estou mais amarga, com o espírito e coração endurecidos?

Ou eu sou como o pó de café, que muda a água quente - a própria circunstância que traz a dor? Quando a água fica quente, ele libera a fragrância e o sabor. Se você é como o café, quando as coisas estão no seu pior, você melhora e muda a situação em torno de você. Quando o momento é de escuridão e os obstáculos são mais difíceis, você se eleva a outro nível?"

Espero que você tenha felicidade suficiente para lhe trazer a doçura, obstáculos o suficiente para lhe trazer a força, tristeza o suficiente para mantê-lo humano, e esperança suficiente para fazer você feliz.
 photo assinatura_7_zpsff26786e.gif Artigo Original: Upmoments.com
 imagem = net
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