Assim sou eu...

“Quão diferente eu sou, mesmo inserida em um contexto de realidades distintas e interpessoal, bastando observar de cima do meu pedestal, o quanto se faz necessário manter posição para não se perder ou deixar igualar-se diante da pequenez de pensamentos e ações mesquinhas.”

Nem melhor, nem pior, apenas diferente.

Eliene de Castro

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Mensagem do dia

20 abril 2018

Pedacinhos de sentimentos.

                        Brasil =  22 de abril de 1500
                 <=> quinhentos e dezoito anos <=>
País jovem, emergente, em pleno desenvolvimento, mas que chora junto com Marias e Clarisse, equilibrando-se em uma corda bamba, mostrando-se trôpego, bêbado, mas ainda cheio de sonhos, fazendo reverencias mil para ver brotar desse solo a liberdade dos filhos dessa pátria tão gentil.

Catando... Juntando e misturando pedacinhos de sentimentos cantados e versados, o resultado final dessa homenagem retrata a paixão, a beleza, a esperança, o amor que os seus filhos nutrem por essa terra abençoada.

Certamente é preciso ter manha...
É preciso ter graça...
É preciso ter sonho e a mania de ter fé na vida.

É querer ver contente a mãe gentil quando a liberdade surgir no horizonte no céu de anil.

E sua gente, é uma gente brava, sem temor longe vai e brada: Ou fica a pátria livre, ou morremos pelo Brasil, que entre as nações é a que mais resplandece com a grandeza que essa Pátria nos traz.

É um gigante pela própria natureza, é belo, é forte, é impávido, e o no teu futuro espelha essa grandeza contagiante de um povo que emana energia de garra... De luta... E clama por justiça.

Só quem ama essa terra sabe e vive esse sonho intenso, em um grande raio vívido de amor e de esperança.

Ah! O céu, o formoso céu, risonho e límpido.
Dessa Terra adorada que entre outras mil é tu, Brasil
A nossa pátria amada!

Levanta-te e anda ao som do mar e à luz do céu profundo.
E Ilumine o sol do novo mundo!
E os lindos campos com mais flores
E os bosques com mais vida e mais amores.

Mas, se ergue da justiça a clava forte.
Verás que um filho teu não foge à luta e nem teme quem te adora, a própria morte, pois nós somos da Pátria a guarda.

Somos Fiéis soldados, e por essa terra que somos amados,
e levamos nas cores de nossa farda, 
o brilho da glória e o fulgor da vitória.

A paz todos nós queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor e sofrimento,
Porém, se a Pátria amada Brasil,
For um dia ultrajado
Nós, Brasileiros lutaremos sem temor.

Assim ao Brasil faremos oferta igual de amor filial,
E a ti, Pátria, salvaremos!
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória

Nunca mais, nunca mais o despotismo,
Regerá, regerá nossas ações,
Com tiranos não combinam
Brasileiros, brasileiros corações.

E quando a nação querida,
Frente ao inimigo,
Correr perigo,
Se dermos por ela a vida
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória...
Também cuidando e cruzando os mares
Os verdes mares, do Brasil.

Sob um belo céu de anil,
Essa Terra adorada
Entre outras mil
É tu, Brasil.
Ó pátria amada!
Receba o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra
A nossa amada terra, o Brasil!

Um comentário:

  1. Olá, Eliene, querida!

    Há qto tempo, linda amiga!

    Li teu texto, k é um grito de liberdade e de orgulho no teu país. te compreendo, perfeitamente.

    Vocês vencerão!

    Beijos e dias bem felizes.

    TENHO SAUDADES DE VOCÊ!

    ResponderExcluir

Para você tudo de bom e um carinho sempre novo em agradecimento pela sua presença no fim do arco iris. Abraços.

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