.

.

Mensagem do dia

20 agosto 2017

A casa que a fome mora



Eu de tanto ouvir falar
Dos danos que a fome faz,
Um dia eu saí atrás
Da casa que ela mora.
Passei mais de uma hora
Rodando numa favela
Por gueto, beco e viela,
Mas voltei desanimado,
Aborrecido e cansado.
Sem ter visto o rosto dela.

Vi a cara da miséria
Zombando da humildade,
Vi a mão da caridade
Num gesto de um mendigo
Que dividiu o abrigo,
A cama e o travesseiro,
Com um velho companheiro
Que estava desempregado,
Vi da fome o resultado,
Mas dela nem o roteiro.

Vi o orgulho ferido
Nos braços da ilusão
Vi pedaços de perdão
Pelos iníquos quebrados,
Vi sonhos despedaçados
Partidos antes da hora,
Vi o amor indo embora,
Vi o tridente da dor,
Mas nem de longe via a cor
Da casa que a fome mora.

Vi num barraco de lona
Um fio de esperança,
Nos olhos de uma criança,
De um pai abandonado,
Primo carnal do pecado,
Irmão dos raios da lua,
Com as costas seminuas
Tatuadas de caliça,
Pedindo um pão de justiça
Do outro lado da rua.

Vi a gula pendurada
No peito da precisão,
Vi a preguiça no chão
Sem ter força de vontade,
Vi o caldo da verdade
Fervendo numa panela
Dizendo: aqui ninguém come!
Ouvi os gritos da fome,
Mas não vi a boca dela.

Passei a noite acordado
Sem saber o que fazer,
Louco, louco pra saber
Onde a fome residia
E por que naquele dia
Ela não foi na favela
E qual o segredo dela,
Quando queria pisava,
Amolecia e Matava
E ninguém matava ela?

No outro dia eu saio
De novo a procura dela,
Mas não naquela favela,
Fui procurar num sobrado
Que tinha do outro lado
Onde morava um sultão.
Quando eu pulei o portão
Eu vi a fome deitada
Em uma rede estirada
No alpendre da mansão.

Eu pensava que a fome
Fosse magricela e feia,
Mas era uma sereia
De corpo espetacular
E quem iria culpar
Aquela linda princesa
De tirar o pão da mesa
Dos subúrbios da cidade
Ou pisar sem piedade
Numa criança indefesa?

Engoli três vezes nada
E perguntei o seu nome
Respondeu-me: sou a fome
Que assola a humanidade,
Ataco vila e cidade,
Deixo o campo moribundo,
Eu não descanso um segundo
Atrofiando e matando,
Me escondendo e zombando
Dos governantes do mundo.

Me alimento das obras
Que são superfaturadas,
Das verbas que são guiadas
Pro bolsos dos marajás
E me escondo por trás
Da fumaça do canhão,
Dos supérfluos da mansão,
Da soma dos desperdícios,
Da queima dos artifícios
Que cega a população

Tenho pavor da justiça
E medo da igualdade,
Me banho na vaidade
Da modelo desnutrida
Da renda mal dividida
Na mão do cheque sem fundo,
Sou pesadelo profundo
Do sonho do bóia fria
E almoço todo dia
Nos cinco estrelas do mundo.

Se vocês continuarem
Me caçando nas favelas,
Nos lamaçais das vielas,
Nunca vão me encontar,
Eu vou continuar
Usando o terno Xadrez,
Metendo a bola da vez,
Atrofiando e matando,
Me escondendo e zombando
Da Burrice de vocês.
 Antônio Francisco de Mossoró”.

17 agosto 2017

Uma viagem ao centro do cerebro

Quando eu leio um texto e acho que merece ser lido por mais pessoas, começo repassando para os meus amigos virtuais, com quem divido ideias e opiniões.

É muito esclarecedor... Nos chama a reflexão... Nos mostra o quanto devemos manter vivo, esse complexo emaranhado de fios e conexões, e também sempre aberta essa caixa de ferramentas que a todo instante usamos uma peça para melhorar o nosso desempenho diário. Então vamos lá à leitura e pôr em prática.
É uma entrevista com o Dr.Paulo Niemeyer

Pergunta – O que fazer para melhorar o cérebro?
 PN - Você tem de tratar do espírito. Precisa estar feliz, de bem com a vida, fazer exercício. Se estiver deprimido, com a autoestima baixa, a primeira coisa que acontece é a memória ir embora; 90% das queixas de falta de memória é por depressão, desencanto, desestímulo. Para o cérebro funcionar melhor, você tem de ter motivação. Acordar de manhã e ter desejo de fazer alguma coisa, ter prazer no que está fazendo e ter a autoestima no ponto.

 Pergunta - Cabeça tem a ver com alma?
 PN - Eu acho que a alma está na cabeça. Quando um doente está com morte cerebral, você tem a impressão de que ele já está sem alma… isso não dá para explicar, o coração está batendo, mas ele não está mais vivo.

Pergunta – O que se pode fazer para se prevenir de doenças neurológicas?
 PN - Todo adulto deve incluir no check-up uma investigação cerebral. Vou dar um exemplo: os aneurismas cerebrais têm uma mortalidade de 50% quando rompem, não importa o tratamento. Dos 50% que não morrem 30% vão ter uma sequela grave: ficar sem falar ou ter uma paralisia. Só 20% ficam bem. Agora, se você encontra o aneurisma num checkup, antes dele sangrar, tem o risco do tratamento, que é de 2%, 3%. É uma doença muito grave, que pode ser prevenida com um check-up.

Pergunta - Você acha que a vida moderna atrapalha?
 PN: Não, eu acho a vida moderna uma maravilha. A vida na idade média era um horror. As pessoas morriam de doenças que hoje são banais de ser tratadas. O sofrimento era muito maior. As pessoas morriam em casa com dor. Hoje existem remédios fortíssimos, ninguém mais tem dor.

Pergunta: Existe algum inimigo do bom funcionamento do cérebro?
 PN: O exagero. Na bebida, nas drogas, na comida. O cérebro tem de ser bem tratado como o corpo. Uma coisa depende da outra. É muito difícil um cérebro ir muito bem num corpo muito maltratado, e vice-versa.

Pergunta: Qual a evolução que você imagina para a neurocirurgia?
 PN: Até agora a gente trata das deformidades que a doença causa, mas acho que vamos entrar numa fase de reparação do funcionamento cerebral, cirurgia genética, que serão cirurgias com introdução de cateter, colocação de partículas de nanotecnologia, em que você vai entrar na célula, com partículas que carregam dentro delas um remédio que vai matar aquela célula doente. Daqui a 50 anos ninguém mais vai precisar abrir a cabeça.

Pergunta: Você acha que nós somos a última geração que vai envelhecer?
 PN: Acho que vamos morrer igual, mas vamos envelhecer menos. As pessoas irão bem até morrer. É isso que a gente espera. Ninguém quer a decadência da velhice. Se você puder ir bem de saúde, de aspecto, até o dia da morte, será uma maravilha.

Pergunta: Hoje a gente lida com o tempo de uma forma completamente diferente. Você acha que isso muda o funcionamento cerebral das pessoas?
 PN: O cérebro vai se adaptando aos estímulos que recebe, e às necessidades. Você vê pais reclamando que os filhos não saem da internet, mas eles têm de fazer isso porque o cérebro hoje vai funcionar nessa rapidez. Ele tem de entrar nesse clique, porque senão vai ficar para trás. Isso faz parte do mundo em que a gente vive e o cérebro vai correndo atrás, se adaptando.

Pergunta: você acredita em deus?
 PN: Geralmente depois de dez horas de cirurgia, aquele estresse, aquela adrenalina toda, quando acabamos de operar, vai até a família e diz: “ele está salvo”. Aí, a família olha pra você e diz: “graças a deus!”.

Então, a gente acredita que não fomos apenas nós.
Que existe algo mais além de religião.
Dr. Paulo Niemeyer filho.

O Que você meu amigo leitor achou desse texto?
Interessante, não? Valeu a pena a leitura?
Comente... eu agradeço.


 

31 julho 2017

Borboletas, sempre borboletas


     Feliz hoje? 
Coloque uma música para tocar e cante alto, desafine se necessário for, mas não deixe de cantar.

             Desesperançada? 
Vá a uma floricultura e compre flores, se não der, invista em um botão de rosa. Trate-a com o devido carinho, observe seu desabrochar. Sempre haverá esperança enquanto uma Flor abrir.

                                       Emocionada? 
Se desmanche em lágrimas. O que os outros pensarão é com os outros. Viva intensamente suas emoções.

                                    Decepcionada com você mesma? 
Liste, mas liste mesmo todas suas vitórias, não importa de qual ordem seja. Liste! Para a decepção nada melhor que uma injeção de boas recordações. Prenda a lista em um local visível.

                                Alcançou uma grande vitória? 
Celebre como se o mundo fosse acabar amanhã. Chame quem você ama e confia que te ama também, e celebre. Tome uma taça de vinho. Cuidado, nem tudo precisa ser contado. De um ar de mistério à sua vitória.

                                      O espelho não mente? 
Mente sim. Descubra verdades por trás das mentiras e saiba que existe beleza para todas as idades. Seja um olhar, um traço, um batom bem passado, um cabelo penteado. Esteja sempre com um brinco.

                                         A tristeza te alcançou? 
Faz parte. Tome um banho, lave bem a cabeça, troque seus lençóis, perfume a casa. Não existe nada mais reconfortante que o cheirinho de limpeza. Ao deitar-se, coloque um pijama de algodão também limpo. Curta seus lençóis. Eles te abraçarão.

                                            Divorciou-se? 
Lide com este novo começo dentro das suas limitações. Nem tudo é tão simples, porém não complique além do normal. Mude seu cabelo. Adote outro visual e o cabelo é um ótimo aliado para isto. Fase nova, cabelo novo.

                                               A vida entortou? 
Calma ela de vez em quando entorta mesmo, mas o tempo a fará desentortar. Faça caminhadas e medite. Aproveite este tempo para reavaliar a vida.

                                   Descobriu-se na maturidade? 
Seja humilde com sua finitude, só não se deixe abater. Consulte um médico, faça exames periódicos, cuide de seu coração, mude a alimentação, encha seu rosto de água termal gelada. A sensação do spray e da água gelada em seu rosto é fantástica.

                             Seus sonhos despedaçaram-se? 
Não tente juntá-los. Pegue uma pá e jogue-os fora. Existem sonhos que nunca deveriam ter sido sonhados. Calma, observe que a maturidade lhe ajudará a ter sonhos que combinam com o sagrado. Confie! O sagrado vencerá.

                                   No mais, viva.
Sempre haverá um amanhã para mim e para você. Seja aos 40, 50, 60, 70 e por aí vai. Quem nos segrega não somos nós, nunca permita que o outro roube sua paz. Saiba que para cada dia de desonra sempre haverá dupla honra. Isto vale para tudo!

Marta Ferreira - Ainda Borboletas

30 julho 2017

Sem futuro não há esperança.


                 O Brasil não tem futuro, vá embora enquanto é tempo.

 Se você leu o título desse artigo e discordou, talvez seja funcionário público com alto salário, passou em concurso nepotista, acomodado derrotista, político ou militante beneficiado, ganhou na loteria ou é só um iludido patriota. Se for, ainda assim é bem provável que, quando chegar ao final do artigo, concorde que o Brasil não tem futuro. O conselho: “vá embora” não serve para todos. O que você vai ler não é pessimismo, é realismo. Nem todos têm a habilidade de aceitar.
Baseado em documentos desde a colonização, Paulo Prado (1928) descreve os últimos cinco séculos no Brasil. Leia com muita atenção aos detalhes.

“Três séculos tinham trazido o país a essa situação lamentável… O mal, porém, roía mais fundo. Os escravos eram terríveis elementos de corrupção no seio das famílias. Viviam na prática de todos os vícios….
Desdobrou-se esta terra com grande desaforo: as usuras, onzenas, e ganhos ilícitos eram cousa ordinária; os amancebamentos públicos sem emenda alguma, porque o dinheiro fazia suspender o castigo; os estupros e adultérios: era moeda corrente….Pequeno núcleo, enfim, de devassidão, indisciplina e viver desregrado, desenvolvendo em plena anarquia moral e social os germens de desmoralização e depravação de costumes trazidos da metrópole já decadente… Era essa a sociedade informe e tumultuada que povoava o vasto território cem anos depois de descoberto”.

O que mudou nesses 500 anos? Muita coisa. Para pior. Somos líderes em quase tudo que é lamentável: violência, impostos, desemprego, taxa de juros, dívida interna, corrupção, políticos bandidos, mazelas sociais, hipocrisia, analfabetismo, pobreza farta, demagogia, infraestrutura caótica, foros privilegiados, estelionato, egoísmo, proselitismo, impunidade, saúde débil, fiscalização fraudulenta, nepotismo, clientelismo e desigualdade.
                       O responsável por tudo isso? Você, eu, nós. 

Brasileiros que, assim como outros milhões nos últimos 400 anos, nutriram com seu voto otimista uma classe de criminosos de colarinho branco, baseados num patriotismo tipo amor bandido. O Brasil sempre foi uma estrebaria.

O físico Albert Einstein dizia: “heroísmo no comando, violência sem sentido e toda a detestável idiotice que é chamada de patriotismo: eu odeio tudo isso de coração”. Sim, porque o país também precisa amar e respeitar seu cidadão, e não apenas o contrário, como queria Kennedy. Se Einstein, que foi um gênio, tivesse morado no Brasil do PT, PMDB, PSDB, PSOL, PCdoB, PP e de um Judiciário tão depravado como o nosso, teria criado a Teoria da Imoralidade Geral.

Olhar para os lados com medo de assalto e sequestro, sacar dinheiro escondendo a carteira, cinco meses de suor e tributos, ministros que subjugam as leis, partidos que protegem estupradores, presidente que frauda eleição e operação policial, balas perdidas, imprensa parcial (que tenta te convencer de imparcialidade a bordo de contratos públicos e interesses), coligações que roubam o povo, sequestros, políticos criminosos impunes, supersalários inconstitucionais. 

Entenda e creia: nada disso é normal. O brasileiro apenas se acostumou, assim como um pássaro, que deveria ser livre, se acostuma ao cárcere.
O que você chama de patriotismo entenda como ‘amor à escravidão’. Vício nefasto de uma cultura que se orgulha de samba, futebol, malandragem e feijoada ao invés de desenvolvimento, segurança, honestidade e bem-estar.

Afinal, o que é a vida, senão a busca por sobrevivência e felicidade?
Se o seu país não oferece nenhuma contrapartida de seu amor, dedicação, suor e fidelidade, por que continuar fiel?
 Quantos e mais quantos morrem lentamente graças à incompetência de um Estado corrupto?
Isso é ser patriota?
E se outro país te oferece tudo o que você sempre sonhou, mesmo não sendo cidadão nativo: saúde, respeito, educação, segurança, direitos, paz, qualidade de vida e tranquilidade?
Como explicar o patriotismo, que Einstein, não por acaso, tanto odiava?
A vida é fugaz. Até que ponto vale a pena entregar décadas de sangue, esforço, lágrimas e otimismo a uma localização geográfica e hábitos culturais, quando esta (cultura política e ética) desde o século XVI, só faz trair os mais singelos desejos vitais de seus cidadãos?
Responda: até que ponto? 

Sim, eu sou como você... Também amo o Brasil.
 Mas infelizmente nossa sociedade não está integralmente preparada para mudar. Enquanto isso...vivemos em eterna apreensão, estado de alerta e revolta.
Estamos arruinando a saúde em nome de quem?
Joaquim Nabuco dizia que ‘o verdadeiro patriotismo é o que concilia pátria com humanidade’.
Onde? O que queremos não acontecerá em tempo. Não aconteceu até hoje. Antes disso é preciso sobreviver com um pouco de dignidade e respeito de um outro Estado?
Lembre o que disse um dia Diogo Mainardi há 15 anos: “Futuro”? Que futuro?

O Brasil não tem futuro.
“Daqui a quinze anos estaremos no mesmo buraco de agora”. Ele estava errado: estamos piores.
Se o patriotismo é ‘o último refúgio dos canalhas’, como disse Samuel Johnson, ouça um conselho: se nos últimos 500 anos nada mudaram, vá embora enquanto é tempo. Seu maior bem é sua vida. A Pátria você deixa pros canalhas terminar de destruir.
Rodrigo Batalha é escritor e especialista em neurociência aplicada ao comportamento, controle do medo e alto desempenho.

Nota da Redação: se você também é culpado porque pratica malandragens, safadezas e corrupção, não vá embora, fique por aqui mesmo rapinando este pobre país! Não vá estragar a vida de outra nação.
Nota do Editor: como sempre digo, "o maior problema do Brasil é que está cheio de brasileiros" (Felipe Porto)
Fonte: http://www.oinalienavel.com/…/o-brasil-nao-tem-futuro-va-em…

19 julho 2017

Amigo é Casa


            Feliz dia do amigo aos meus companheiros de              jornada...facebookeiros e blogueiros, um carinho especial. 

Amigo é feito casa que se faz aos poucos
e com paciência pra durar pra sempre
Mas é preciso ter muito tijolo e terra
preparar reboco, construir tramelas.

Usar a sapiência de um João-de-barro
que constrói com arte a sua residência
há que o alicerce seja muito resistente
que às chuvas e aos ventos possa então a proteger.

E há que fincar muito jequitibá
e vigas de jatobá
e adubar o jardim e plantar muita flor toiceiras de resedás
não falte um caramanchão pros tempos idos lembrar
que os cabelos brancos vão surgindo
Que nem mato na roceira
que mal dá pra capinar...

e há que ver os pés de manacá
cheínhos de sabiás
sabendo que os rouxinóis vão trazer arrebóis
choro de imaginar!

pra festa da cumieira não faltem os violões!
muito milho ardendo na fogueira
e quentão farto em gengibre
aquecendo os corações

A casa é amizade construída aos poucos
e que a gente quer com beira e tribeira
Com gelosia feita de matéria rara
e altas platibandas, com portão bem largo
que é pra se entrar sorrindo
nas horas incertas
sem fazer alarde, sem causar transtorno

Amigo que é amigo quando quer estar presente
faz-se quase transparente sem deixar-se perceber
Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar,
se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer

Amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha
e oferece lugar pra dormir e comer
Amigo que é amigo não puxa tapete
oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem
quando não tem, finge que tem,
faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.

15 julho 2017

Dia do homem

O Dia do Homem é uma iniciativa da Ordem Nacional dos Escritores, e é quando geralmente alguns grupos atuam na defesa dos direitos masculinos. Esta data acontece desde 1992.
A origem do homem possui diferentes explicações, podendo variar de acordo com as concepções filosóficas, religiosas, míticas e científicas. A masculinidade é representada pelo símbolo de Marte, que faz parte da mitologia grega.
O Dia do Homem é comemorado em 15 de julho no Brasil.
O dia internacional é 19 de novembro.

Calendário 2017

11 julho 2017

A lei do caminhão de lixo

Achei bastante interessante...tanto que estou partilhando com você. O que achou do texto? Comente....

Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa quando um carro preto saiu de repente do
estacionamento direto na nossa frente.

O taxista pisou no freio bruscamente, deslizou e escapou de bater em outro carro, foi mesmo por um triz!

O motorista desse outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente.

Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável.

Indignado lhe perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro, a nós e quase nos manda para o hospital?!?!’

Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de “A Lei do Caminhão de Lixo.”

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.

Andam por aí carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e desapontamento.

À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar e às vezes descarregam sobre a gente.

Nunca tome isso como pessoal.

Isto não é problema seu! É dele!

Apenas sorria, acene, deseje-lhes sempre o bem, e vá em frente.

Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas.

Fique tranquilo… respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.

O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia.

A vida é muito curta, não leve lixo com você!

Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações.

Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.

A vida é dez por cento do que você faz dela e noventa por cento da maneira como você a recebe!”


Arnaldo Jabor

24 junho 2017

A minha festa junina

Dizem que recordar é viver, e quando são coisas boas de ser lembradas, oh! Vale a pena “ver” de novo.

Dentre todas as festas que coloca o Brasil como o maior país festeiro do mundo, uma me traz muitas e boas recordações que são as festas juninas no meu tempo de criança, até perder o meu esposo no dia 24 de junho.
Olhando o calendário brasileiro podemos observar que realmente existe em todo o seu território eventos que retratam costumes e tradições de acordo com a região do seu povo.  

Ah! E como tem festas... para todos os gostos e vontades.
Cheguei ao meio de uma muvuça em junho, dia primeiro, abrindo o mês de festas chamadas juninas, sem saber que logo de cara teria que encarar “zoadas e sons” estranhos ao que estava acostumada a ouvir... BUNS... E assobios dos fogos de artificio com seus coloridos dançantes no céu. Papai do céu disse: desce lá e arrasa. Você é única. E assim cheguei com festa.

Morávamos em uma rua que fica entre uma praça e a avenida beira mar no bairro da Ribeira, onde nasci me criei, ainda moro e daqui só quando papai do céu disser: volta que já é o bastante.

Cresci no meio da folia sem saber ao certo o porquê da homenagem e a escolha de três santos católicos (Santo Antônio, São João e São Pedro) para marcar os festejos do mês, já que os nativos que habitavam as terras brasileiras (os índios) também costumavam comemorar a boa colheita do milho, justamente no mês de junho, com iguarias a sua base e dentro das variedades estão :a pamonha, o cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho, arroz doce, bolo de pinhão, broa de fubá, maçã do amor, pé-de-moleque, vinho quente, quentão e muito mais.

Lembrando também do sertanejo, figura principal dessas comemorações, que tradicionalmente contribui consideravelmente com a sua representatividade em relação à imagem e sua própria maneira de ser e que fazia festa na sua plantação.

Pois bem... em relação aos santos populares a ideia nasceu lá em  Portugal, e correspondem aos feriados de Antônio, em Lisboa; de Pedro, no Seixal; e de João, no Porto, em Braga e em Almada.

Durante o período colonial as festas foram trazidas  de Portugal, para o Brasil, que sofrendo já sua influência  também dos chineses, espanhóis, franceses terminou por fazer parte das tradições de outros países como a França de onde veio a dança marcada que influenciou as quadrilhas, as boas quadrilhas, a tradição de soltar fogos de artifício da China; e a dança de fitas teria vindo de Portugal e da Espanha.

E aqui chegou, no nordeste ganhando características próprias de uma região, em uma interatividade com os costumes locais, onde as tradicionais festas acontecem em Caruaru (PE) e Campina Grande (PB),e já entre os dois estados existe  uma rivalidades por conta de não poder ser melhor.  Premio Hors Concours.

Por aqui...por lá, tem muitas curiosidades sobre as festas de junho: As roupas quadriculadas, remendadas e os chapéus de palha têm a ver com a realidade rural do Brasil, juntamente com a fogueira, a quadrilha, as promessas e simpatias para os santos, comes e bebes, bandeirinhas coloridas e muitas músicas caipiras (Web), mas o que me fez falar sobre é a saudade que sinto do meu tempo vivido na rua Padre gomes de Souza.

Uma época em que a pequena rua se transformava em um arraiá tipicamente nordestino rural, com suas bandeiras coloridas, milho e bacalhau apimentado assado na brasa, amendoim cozido e mesas fartas tendo de tudo um pouco.  Bolo de milho, pamonha, canjica, bolo de carimã, hum....só de lembrar...água na boca.

A vizinhança participativa cheia de alegria pulava a fogueira se tornando cumpadre e cumadre,  nem me lembro mais quantos eu fiz, com juras de que é para a vida toda.  Os vestidos de “caipira”, as caras pintadas, cabelos trancados jogados aos ombros e chapéus de palha, lá se ia pela noite adentro ao balancê das musicas de:
                    Olha pró céu meu amor...
                    Veja como ele está lindo...
                       Olha pra aquele balão multicor
                       Como no céu vai subindo....

A criançada cheia das típicas indumentárias, munida de madeira brasada, soltava fogos, traques, bombas, sob  olhares cuidadosos dos maiores.

Sou do tempo que podíamos ainda soltar balão, primeiro por não ter o conhecimento bastante sobre tão grande perigoso é, segundo pela própria tradição que tínhamos a muito e lá por volta das 11 horas o maior balão que meu irmão Ely podia fazer, subia sob os aplausos de nós moradores e os olhares curiosos dos visitantes, afinal a nossa rua já tinha história marcante de como era a nossa comemoração atraindo pessoas de outros lugares circunvizinhos para também participar conosco.

E assim todos pediam ao próprio céu que o recebesse intacto, bastante iluminado depois de meses de trabalho, no cuidado do corte preciso do papel, na combinação das cores, na colagem das folhas que com o passar do tempo ia ganhando forma e volume ocupando espaços.

Ah! Sempre aparecia alguém para ajudar. Ainda ontem estive com um, procurando saber de noticias e recordar um pouco. Sente saudades.  
  
A nossa casa sofria transformação para abrigar e acomodar o balão imenso. Valeu a pena. Depois de acessa a tocha e a claridade valorizar as imagens trabalhadas,  lagrimas e abraços de contentamento se faziam presentes.
Momento único e gratificante.  Sem explicação.

Lembro-me de alguns moradores, amigos do meu pai, Marialvo, Rubens, Rafael, Jobar, (fazia balões como ninguém) esses animavam a festa ao som da música e ao gosto do quentão. 

Minhas companheiras de jornada. Marcia Mendonça,  Maria ilza Mendonça, Ana Lucia e Ana Rita Nunes, Ângela leal...
de Brincadeiras e estudos. Amarelinha, bola de gude, passa anel, baleô, pula corda, pedrinhas, adivinhação, cozinhado, bonecas...

Etá saudades que doí no peito e na alma.

Mas como tudo na vida anda e toma rumos diversos só resta mesmo recordar e chorar. 

05 junho 2017

As ilusões da corrupção

 As ilusões da corrupção

A corrupção vende ilusões. No espelho, o Brasil se enxergava mais bonito do que era, mas a Lava Jato revelou uma dura realidade. A cada mês, pencas de novos políticos e empresas são implicados, de diferentes partidos e setores.

Grande parte da elite política e boa parte da elite econômica se uniram para lucrar e manter o poder por meio da corrupção. Fazer política e ser amigo do "rei" se tornou um excelente negócio no país.

Além de enriquecerem juntos, os grandes corruptos sempre se protegeram, desde que o Brasil é Brasil, e não se deixaram punir. A explicação é simples: o mecanismo da punição é a lei.
  
Os donos do poder garantem sua própria impunidade porque influenciam tanto o conteúdo da lei como quem a aplica. Olhando para além do espelho, observam-se distorções na percepção de níveis de igualdade, democracia e estabilidade política no Brasil.

A República evoca a ideia do governo "entre iguais". Igualdade perante a lei existe no papel, mas na realidade estamos presos à máxima de Maquiavel: "Aos amigos os favores, aos inimigos a lei".

Quando circunstâncias históricas excepcionais violam a proibição de prender criminosos da elite, os Poderes são conclamados a restabelecê-la.

O Supremo é demandado a rever posições -alguém altera seu voto-, pois é preciso mudar para que tudo fique igual. O governo então se move para drenar a equipe policial, até que ela se torne infrutífera.

O Congresso avança projetos para "estancar a sangria". É necessário sufocar a rebelião da lei contra o establishment. Outra ilusão é a de que há, no Brasil, uma democracia substancial. 

O povo escolhe seus representantes, mas, no mar de candidatos, desponta quem aparece mais. Aparece mais quem gasta mais. Gasta mais, frequentemente, quem desvia mais.

A "seleção natural" faz com que os corruptos tendam a sobreviver na política. A Lava Jato revelou que partidos receberam mais em propinas do que em verbas do fundo partidário. A sociedade se tornou prisioneira de um sistema corrupto.

Como consequência, aqueles que deveriam representar a população se ocupam de agradar as grandes empresas em troca de leis, subsídios e contratos públicos.

Por fim, a estabilidade política, necessária para a economia prosperar, revelou-se precária. Em troca dela, o país é chantageado a aceitar a corrupção dos donos do poder.

A chave para a recuperação econômica é usada como moeda de troca, para garantir a impunidade dos grandes corruptos e a continuidade dos esquemas. Vende-se uma dupla ilusão. A estabilidade é falsa. 

Seus pilares estão corroídos, apodrecidos, prontos a desmoronar a cada próximo escândalo. Além disso, estudos internacionais mostram que a corrupção sistêmica é incompatível com o desenvolvimento econômico e social.

A corrupção suga, por meio de mais e mais impostos, a energia da produção brasileira e, por meio de mais e mais desvios, a qualidade do serviço público.

O país está desiludido, mas o problema não está na descoberta da ilusão. É a realidade que está distorcida. Ao mesmo tempo, o Brasil vive uma grande chance de se reconstruir sobre novas bases.

A lei não precisa se ajoelhar diante dos barões; o país não tem que caminhar sobre uma ponte instável; a população não está condenada a ser governada pela cleptocracia.
  
Este é o momento para ir além da mera alternância no poder dos corruptos de estimação -ou dos menos rejeitados. É preciso coragem e perseverança, insistindo em reformas que, em meio a indesejáveis dores do parto, possam nos trazer um novo Brasil.

Podemos e desejamos eliminar a grande corrupção e alcançar mais igualdade, estabilidade e democracia.

É essa a bela imagem que desejamos ver no espelho, mas não na forma de uma ilusão.

*DELTAN DALLAGNOL, mestre em direito pela Harvard Law School (EUA), é procurador da República e coordenador da força-tarefa da Lava Jato

02 junho 2017

Sobre aniversários.

 Sim... Você conhece a origem do aniversário?
Pois bem... Cheia de novidades para mim, daí o meu interesse de partilhar com você, esperando que a mensagem siga mais adiante.

– A palavra “aniversário” é de origem latina. Vem da junção da palavra “annus” (ano) e da palavra “vertere” (voltar), ou seja, “aquilo que volta todos os anos”.

Ainda ontem eu completei uma nova idade, e por curiosidade resolvi bisbilhotar para conhecer melhor sobre essa celebração anual que tanto nos faz bem.
 
Principalmente porque fico a pensar...
Parabenizamos alguém por mais um ano de vida sem nos dá conta de que estamos festejando também menos um ano na sua vida.  Vamos entender...

Pense...Se o meu tempo aqui na terra é de 100 anos, parabenizar-me por mais um ano de vida, é o mesmo que parabenizar-me por ter  um ano a menos na minha vida,  e isso não é nada comemorativo.  Você não acha?

Comemorar o quê?
Um ano a menos de vida?
Um ano a menos com quem você gosta?
Um ano a menos pra realizar seus sonhos?
Ninguém repara que isso é uma contagem regressiva... e eu já estou nessa. Alias, todos nós já nascemos encarando essas contagem.

Pois é...e para matar a minha curiosidade vamos  ver o que eu descobrir lá pelos anos idos.  Naturalmente que hoje  tudo mudou, mas vale a pena saber como...quando...onde...tudo começou.

Os aniversários eram de origem pagã relacionada com a magia (as velas simbolizam a ligação com espiritual e proteção) e com a religião, embora no caso do cristianismo este costume estivesse abolido até ao século IV, altura em que a Igreja começou a comemorar o nascimento de Jesus Cristo.

Nessas sociedades primordiais as comemorações de aniversário eram reservadas às classes sociais de elite e aos deuses. Assim, tanto os egípcios como os gregos restringiam essas festividades apenas aos faraós e deuses. Já os romanos permitiam essas celebrações apenas ao imperador, à sua família e aos senadores.

Com o tempo esse hábito acabou por chegar à Alemanha, na Idade Média, onde os camponeses festejam os aniversários dos seus filhos com um bolo, as velas em número idêntico à idade da criança e mais uma vela que simbolizava a luz da Vida.

Para se perceber a importância dos aniversários natalícios, deve-se compreender que na Idade Média as pessoas tinham uma crença profunda na existência de espíritos bons e de espíritos maus.
Todos receavam que esses espíritos maus causassem mal ao aniversariante no seu dia de nascimento, pelo que ele ficava rodeado pela família e pelos amigos, cujos votos de felicidade e sua própria presença, o protegeriam contra os perigos desconhecidos que esse dia supostamente representava.
A oferenda de presentes resultava numa proteção mais forte e quando acompanhada por uma refeição em conjunto ajudava a invocar a presença dos espíritos bons.

Portanto pode-se concluir que nesses tempos a festa de aniversário natalício destinava-se essencialmente a proteger a pessoa do mal e a tentar garantir que tivesse um bom ano à sua frente.

Atualmente as festas de aniversário servem para celebrar a conquista de mais um ano de vida e já não se invocam espíritos bons ou se tenta afastar espíritos maus. Trata-se essencialmente de um dia que se quer feliz e alegre, passado na companhia das pessoas que nos são mais queridas e importantes.

Pense...quanto mais conquistamos mais chegamos próximo do fim.
Perguntaram:
- Quantos anos têm?
 Responderam:
- Os anos que me restam de vida, porque os já vividos não os tenho mais.
Por conta disso não gosto muito de comemorar aniversário. Ainda mais na minha nova idade. Sessenta e seis anos.
Me faz lembrar que estou com um ano a menos no meu tempo.
Quanto será que ainda me resta?
Espero que muitos.

Site : A origem  das coisas
         Quando... como...onde

Você já ouviu falar sobre isso?
A musica Happy Birthday To You, Parabéns para você onde se diz: “RATIMBUM é uma palavra mágica usada pelos magos persas desde a Idade Média. Por muito tempo cantamos inocentemente um “parabéns” para alguém que está aniversariando e, até ai, tudo bem, tudo certo.
É um aniversário.
O que muitos não percebem é que depois da música vem sempre o tal de Ra-tim-bum! (este é o significado: eu amaldiçôo você).
Como podemos cantar felicitando uma pessoa e depois amaldiçoá-la? Observe que detalhe sutil: depois de dizer a palavra Ratimbum, pronuncia-se o nome do aniversariante várias vezes. Vamos ficar muito atentos para isto. Se não vejamos: quantas vezes você já cantou para as pessoas: ” É BIG É BIG (é grande, é grande), É hora é hora (neste momento, nesta ocasião): RA-TIM-BUM (Eu amaldiçôo você), Fulano, Fulano, Fulano”.
Será?

Você conhece a origem do " Parabéns para você" ?
Ah! isso é outra história.


E assim deus me disse:
Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no ventre de minha mãe. Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável.
Tuas obras são maravilhosas!
Digo isso com convicção. Meus ossos não estavam escondidos de ti quando em secreto fui formado
e entretecido como nas profundezas da terra.
Os teus olhos viram o meu embrião; todos os dias determinados para mim foram escritos no teu livro antes de qualquer deles existir. Como são preciosos para mim os teus pensamentos, ó Deus!
Como é grande a soma deles!
Salmos 139:13-17

28 maio 2017

Nordestinos na rede

O povo nordestino está sendo mais uma vez massacrado, bombardeados

nas redes sociais, até também pelos seus próprios conterrâneos. 
Pode isso? Pode a partir do momento que esses bombardeadores sejam iguais ou pior na sua maneira de ser, do que a falta de conhecimento e informação da nossa querida terra e ou região.

Já tivemos a oportunidades de falar sobre o preconceito que o meu povo, nosso povo, também faço parte dele, vem sofrendo até por existir.
Estamos sendo tachado, acusado de maneira ofensiva e discriminado, por conta da atual situação econômica em que o país atravessa indo de mal a pior.

Se o congresso nacional está em total desajuste onde línguas estranhas são faladas...
Se os políticos estão em plena atividade roubostica...
Se o sistema tributário está ineficiente e injusto gerando uma desigualdade social... Culpam o povo nordestino.
Pois é...somos os culpados.

Dentre tantos insultos que circula pela internet já algum tempo, falas como: (1) “Nordestino não é gente. Faca um favor a SP. Mate um nordestino afogado”,

Ou (2) “já pago bolsa família para os nordestino”

Ou (3)"Eu acho que os nordestinos sabem muito bem se unir, sim, para roubar. Eles sabem ganhar propina. Eu acho que eles sabem se unir para aumentar a corrupção. Isso eu acho que eles são donos. Isso eu concordo plenamente. Talvez até eles não saibam nem falar muito bem, mas sabem roubar que é uma maravilha", fala da vereadora Médica pediatra, Eleonora Broillo.
Diante do fato a repercussão foi de imediato nas redes sociais por conta de há muito, esses comentários preconceituosos machucarem e interferir na estima de cada nordestino como se gente não fosse.

Mesmo depois dos esclarecimentos e desculpas pela fala infeliz a referida criatura ainda se achou no direito de ameaçar "Todas e quaisquer pessoas que, de uma maneira ou de outra, sejam agressivas com ela nas redes sociais, vão ser interpeladas judicialmente depois. Não se faz isso com uma pessoa", reclamou
A srª vereadora e drª Eleonora Broilo. Kkkkkk.

Tão cheia de títulos e tão vazia da noção da sua própria condição física que favorece também á observações preconceituosas por parte dos ofendidos em resposta para também constranger e machucar.
Você conhece o mapa do brasil?

E esse?
Assim ficaria o mapa do nosso país na visão da vereadora Eleika Bezerra.
A imagem mostra os estados das regiões Norte e Nordeste, além Rio de Janeiro e Espírito Santo compondo o que denominou de “Nova Cuba”. O Brasil ficaria sendo os demais estados, com exceção de Minas Gerais, que seria “implodido para a construção de um lago”.

E porque isso? É publico e notório o preconceito entre regiões, o país está dividido em classes sociais corrompidas e cheias de preconceitos e maniqueísmos, como uma fusão dualista do bem (Deus...luz) e do mal (Diabo...trevas) estimulando assim a separação das pessoas como se fosse houvesse distinção de raça.

A espécie humana não possui subespécies ou subcategorias.

Somos povo, grupo de pessoas oriundos da mesma origem afinidades linguísticas e culturais.
Em pesquisa achei esse texto:
“O Brasil é considerado um país com uma enorme miscigenação étnica, como os indígenas, portugueses, holandeses, italianos, negros, japoneses, árabes, e etc. Mas não se pode dizer que há diferença racial entre os brasileiros, já que a raça humana é uma só. Cada região brasileira, devido ao seu contexto histórico particular, possui uma predominância de determinada etnia. Os processos migratórios no Brasil foram fundamentais para a variedade de etnias brasileiras. Além dos grupos culturais de imigrantes, a miscigenação permitiu a criação de grupos étnicos próprios do Brasil, como os caboclos e mulatos”.

A minha região tem como referencial, intelectuais, atores, cantores, empreendedores, humoristas, atores e atrizes, escritores, sem deixar a desejar a lugar algum desse planeta gente boa e de grande relevância.

Veja essa imagem:
É lamentável que existam pessoas assim, ignorantes, a ponto de desejar que o mal aconteça a outrens como se não houvesse o revés da mesma moeda.

Sulistas e sudesitas de plantão...
Nordestinos nas redes e na rede sim...

Para mostrar o que é viver na Bahia de todos os santos...

- Bebendo água de coco no farol da barra,
- Sorvete na ribeira olhando o mais belo por do sol que só na Bahia tem,
- Comer uma acarajé (hum) na praia da boa viagem em companhia de quem se ama,
- Tomar um banho de mar na melhor praia do mundo, a praia do porto da barra, com suas águas tépidas e cristalinas.
- Por certo não conhece (ignorante) o som do trio elétrico  que tem como berço a minha terra natal, acompanhei de  perto sua estreia pois morava ou melhor ainda moro onde  tudo começou.  Dodó e Osmar. 
- Nunca ouviu falar de Jorge amado... Dorival Caymmy...
  Caetano e Gil...Maria Betania, Ivete Sangalo....e tantos      outras celebridades que cansaria a beleza de vocês só de  ouvir dizer. 
- Venha conhecer:
- A ilha de Itaparica,
- A praia do forte,
- O mengue seco,
- Morro de são Paulo,
- Ilhas dos frades, 
 Lugares encantadores e convidativos á pessoas que não tenha preconceito e o racismo não se faça presente quando olhar e ver o moreno de sorriso farto, corpo bronzeado (natural) do sol, que timidamente permite e conspira para a estreia do baiano que fala oxente e deseja axé, com seus braços torneados... Abertos...e convidativos ao prazer.

Assim é o povo baiano,o meu povo, sou baiana..viu? Pode ser negro na sua cor de pele, mas sua alma é generosa e iluminada, e sabe receber os que os trata mal com trabalho e abraços hospitaleiros. AXÉ, muito AXÉ para vocês.

12 maio 2017

211.426.353 Palhaços brasileiros.

O que fizeram e continuam fazendo com o povo...o povo brasileiro é de uma, porque não dizer de muitas satanagens,  que o Brasil registra em  seus livros históricos, e em um futuro breve, meus netos vão tomar conhecimento nas salas de aula, da vergonhosa política nacional, e  do descaso com que foi e está sendo tratado o seu  estado brasileiro.

 È triste e vergonhoso, meu amigo, confesso que não tenho mais condição emocional de acompanhar o que vem sendo divulgado pelos canais televisivos, e o que está por vir, mediante tantas denuncias e mais novas denuncias a cada hora, aumentando assim o empenho da lava a jato, única esperança de justiça do povo brasileiro, mas o que se vê são as manobras satânicas colocando em dúvidas a operação e os seus representantes quanto a veracidade e julgamento.

Tornou-se negociata a liberdade de presos, que tem que pagar grandes valores ( 25 milhões) para permanecer “ preso” em casas onde o luxo impera, produto dos roubos dos cofres públicos.  

Personagens de peso, figurinhas marcadas ocupam o palco circense manobrando como marionetes o povo que os elegeu. .
É o reflexo político viciado que necessário se faz novas regras para mudar a funcionalidade do jogo.
O cassino está a muito instalado se nenhum apreço ao país.

Pense...em um país onde grande parte, e ou porque não  dizer a totalidade dos parlamentares estão envolvidos em atos de corrupção e ainda querem continuar na satanagem usufruindo...administrando...participando...fazendo base para que o povo pague a conta de suas próprias maldades.
E o mal está instalado no congresso nacional.

Poucos veem... poucos sabem...e se sabem não acreditam...muitos põe em prática seus interesses malignos e nisso vamos vivendo o que a história registra como algo importante para nós, e ou a estória que nos leva a pensar que estamos vivenciando  acontecimentos  fictícios e ou um alerta bíblico por conta de rebeldias quando pecam  e se rebelam maldosamente diante dos olhos de Deus, agindo de forma arrogante e audaciosa  tal como hoje se vê.

“Roubarão as tuas riquezas, saquearão as tuas mercadorias, derribarão os teus muros e arrasarão as tuas casas preciosas; as tuas pedras, as tuas madeiras e o teu pó lançarão no meio das águas.” Ezequiel 26:12

Gente a indignação do povo brasileiro é tão grande que já se pensa em uma intervenção militar. Pense nos absurdos...
E quando a gente pensa que já viu tudo vem o escândalo do escândalo.
Está chovendo habeas corpus torrencialmente no país dos palhaços, e o time dos corruptos pode ser liberto de suas más ações por conta de suas próprias leis.

É certo que muitos ficarão nos caminhos manchando o solo brasileiro de sangue e vergonha.
O tempo é o senhor do desenrolar dos resultados. A sociedade tem sede de justiça e respeito, exigindo presa, no sentido de não deixar passar essa oportunidade única de esgarçar a vida dos políticos articuladores do jogo satânico, manobradores  de um povo honesto e trabalhador.

A sensação de cansaço da sociedade brasileira é publica e notória pela vontade de chegar aos finalmentes de uma maneira imediatista, fase a lentidão da justiça que por mais que seja rápida não é o bastante para matar o desejo que alimenta os corações ansiosos.

Brasília anda agitada. Tornou-se um balcão de negócios que segundo os assassinos de canetas em punho, as doações foram feitas de acordo com a justiça eleitoral, rigorosamente  dentro da legislação e declaradas. 
Nunca se ouviu tanto ti..ti..ti..dos narigudos onde o Pinóquio perde para todos.
As reformas estão em alta.
Previdência..trabalhista..política, as quais se tornaram bandeira  de TEMER no sentido de mostrar-se forte e decidido a comandar o pais sem ser convidado.  Sociedade dividida e resistente a algumas mudanças.

As noticias atropela noticias dada a agilidade com que elas se proliferam escandalosamente e por certo se não apressar o andamento das conclusões, dos interrogatórios, dos julgamentos, muitos crimes serão prescritos e os malfeitores estarão aptos a dar continuidade ao ciclo vicioso da corrupção, daí a sociedade clamar por uma justiça breve.

Curitiba hoje vive um clima de copa do mundo, ou um carnaval fora de época, onde o tema é o circo. Somos nós todos, o povo, os palhaços ao redor do picadeiro esperando que a lona se depreenda da mão da justiça,desmascarando os caras de pau, 
pintados e narigudos.

Os dois maiores eventos do mundo programado por frentes sindicais e sociais por conta do depoimento do cacique, que se diz inocente, por não saber e tenho raiva de quem sabe, por não ouvir, por não ver o que acontecia dentro do seu governo, que sem dúvida nenhuma foi de grande relevância para o país, mas se houve comprometimento, envolvimento na corrupção instalada no governo sob sua administração, claro que tem que ser investigado como qualquer cidadão brasileiro no sentido de esclarecer e responder pelos seus atos.

Bom, o primeiro depoimento do Sr. Luis Inácio da silva, ficou no, não sei, não vi, não conheço, não me lembro, não participei em nada da Petrobrás, o centro da corrupção, não tenho conhecimento de crimes praticados no meu governo, não sou dono do triplex, nem do sitio de Atibaia, tendo como estratégia de defesa, a figura da senhora dona Marisa, sua esposa falecida recentemente, para quem lançou responsabilidades e também para não se expor muito.
Cheio de contradição e escapatória, e com momentos de grande tensão, o grande encontro LULA * MORO, aconteceu, e naturalmente outros virão.

A verdade é que com esse evento, já estão preparando a candidatura de Lula 2018. Com certeza o “carnaval” fora de época será divulgado de uma maneira a vitima-lo, tornando-o, um Mártin, cego, surdo, inocente, mas de língua afiada.

Naturalmente que ninguém vai produzir provas contra si mesmo, mas negar que exercia influencia no partido que ele mesmo criou é menosprezar a inteligência de todos aqueles que acompanharam o primeiro de muitos depoimentos. 
O Mais difícil de acreditar é ouvir dizer que “não sabia dos atos de corrupção” que acontecia bem no meio do picadeiro.

Li em algum lugar: A mentira é tão constante nos ambientes políticos, que a verdade já se faz duvidosa.
Dizem que governar é uma arte, mas não necessariamente a arte de mentir, muito pelo contrário, nem abrir mão de valores morais que aprendemos ao longo dos anos. 
E o que ou como seria a arte de governar?

 Aceitar dinheiro de caixa dois, comprar votos, participar de contrato superfaturado, troca- troca de cargos, e ou fazer qualquer coisa para fazer parte de um determinado grupo de malfeitores, permanecer no poder,  isso é governar?

Isso é  fazer parte de um bando de assaltanizadores, a fim de  promover meios que permitam alcançar os efeitos desejados,  obter  vantagens sobre tudo e todos, fazendo nascer uma categoria distinta da raça humana, dominante na arte de persuasão, diferentemente  dos cidadãos comuns.
Seja ciência ou arte, certamente ainda temos muito que avançar, evoluir.

Bom... mudar os atores de lugar no picadeiro da corrupção não basta.  Todos nos eleitores temos por obrigação de fiscalizar... Questionar... Conhecer o perfil do ator principal para que atenda e  corresponda aos anseios e interesses de uma nação.
 O jogo continua.

É...a gente quer valer o nosso amor
A gente quer valer nosso suor
A gente quer valer o nosso humor
A gente quer do bom e do melhor
A gente quer carinho e atenção
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade

É...a gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca
A gente não está com a bunda exposta na janela 
pra passar a mão nela

É...a gente quer viver pleno direito
A gente quer é ter todo respeito
A gente quer viver numa nação
A gente quer é ser um cidadão

É...GONZAGUINHA
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...